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La (Des)Educación

de Noam Chomsky
idioma: espanhol
Editor: Editorial Crítica, junho de 2016 ‧
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El gran lingüista norteamericano, Noam Chomsky, critica duramente el actual sistema de enseñanza. Frente a la idea de que en las escuelas se enseñan los valores democráticos, lo que realmente existe es un modelo colonial de enseñanza diseñado primordialmente para formar profesores cuya dimensión intelectual quede devaluada y sea sustituida por un complejo de procedimientos y técnicas; un modelo que impide el pensamiento crítico e independiente, que no permite razonar sobre lo que se oculta tras las explicaciones y que, por ello mismo, fija estas explicaciones como las únicas posibles. Pocas veces los profesores piden a los alumnos que analicen las estructuras políticas y sociales que informan sus vidas. Raramente se insta a los estudiantes a que descubran la verdad por sí mismos. En La (des)educación, Chomsky nos proporciona excelentes herramientas para desmontar este tipo de enseñanza. Si los educadores rechazan el adiestramiento tecnocrático que les desintelectualiza para convertirse en intelectuales auténticos que denuncien la hipocresía, las injusticias sociales y la miseria humana, conseguirán que los estudiantes asuman el reto de ensanchar los horizontes de la democracia y de la ciudadanía.

La (Des)Educación

de Noam Chomsky

Propriedade Descrição
ISBN: 9788498929706
Editor: Editorial Crítica
Data de Lançamento: junho de 2016
Idioma: Espanhol
Dimensões: 157 x 228 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9788498929706

SOBRE O AUTOR

Noam Chomsky

Noam Chomsky, tem sido, ao longo de mais de quatro décadas, um proeminente linguista e um destacado ativista político. Nasceu em 1928, em Filadélfia, na Pensilvânia, de uma família de Judeus emigrados da Rússia. Com os pais conheceu desde cedo o interesse pelas questões linguísticas e pelos problemas políticos, nomeadamente quanto às diferentes posições da resistência judaica ao nazi-fascismo. Em 1945 matricula-se na Universidade de Filadélfia. Manifesta-se contra a criação do estado judaico na Palestina, prevendo a marginalização da população árabe. Chega a pensar em abandonar os estudos, para ir para a Palestina dedicar-se à cooperação socialista entre árabes e judeus. As suas simpatias socialistas orientam-se no sentido do movimento operário cooperativo, de tendência libertária. Na investigação linguística, Chomsky cedo se apercebe das limitações do estruturalismo americano, e lança as bases da mais profunda revolução da Linguística moderna, com amplas consequências para as Ciências Cognitivas. A partir do início da década de 60, participa com frequência no debate público sobre temas políticos, designadamente a ação externa nos EUA, a colaboração dos intelectuais com a política oficial ou o conflito israelo-árabe, o que frequentemente lhe valeu, para além do ódio por parte da grande imprensa, variadas perseguições que chegaram à tentativa de agressão física. Uma primeira coletânea dos seus escritos políticos, "O poder americano e os novos mandarins", publicado em 1969, constitui uma peça essencial na avaliação da intervenção dos EUA na Ásia, nomeadamente no Vietname.

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