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La Conversation De L'Art

de René Girard
idioma: francês
Editor: CARNETS NORD, outubro de 2008 ‧
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Un livre inédit de René Girard, La Conversion de l'art, qui rassemble des études sur Saint-John Perse et Malraux, Stendhal et Valéry, Freud et Proust, Nietzsche et Wagner. Ces essais d'esthétique couvrent trente ans de recherche. On y voit apparaître puis s'affirmer l'intuition centrale de René Girard sur la " conversion romanesque ". Ces études peuvent aussi se lire indépendamment, comme autant d'exercices d'admiration. Le DVD d'un film d'entretien, Le Sens de l'histoire, réalisé en novembre 2007 au Centre Pompidou. Partie de Clausewitz, Hegel et Hilderlin, en passant par Baudelaire, Dostoïevski, Nietzsche et Wagner, cette discussion avec Benoît Chantre s'achève sur Nijinski, Proust et Stravinsky. René Girard y évoque avec une rare intensité son amour du romantisme, mais aussi, ce qui le rapproche et l'éloigne à la fois de l'art moderne et de l'art contemporain.

La Conversation De L'Art

de René Girard

Propriedade Descrição
ISBN: 9782355360169
Editor: CARNETS NORD
Data de Lançamento: outubro de 2008
Idioma: Francês
Páginas: 244
Tipo de produto: Livro
Coleção: Artension
Classificação Temática: Livros em Francês > Ciências Soc. e Humanas > Filosofia
EAN: 9782355360169

SOBRE O AUTOR

René Girard

René Girard nasceu em 25 de dezembro de 1923, em Avignon, França. Antigo aluno da École des Chartes, fez toda a sua vida académica nos Estados Unidos da América como professor de Literatura Comparada; primeiro, na Universidade John Hopkins e, depois, na Universidade de Stanford, onde terminaria a sua carreira como professor emérito.
O inventor da teoria mimética, foi filósofo, antropólogo, historiador, crítico literário e teólogo, e a sua descoberta do carácter mimético do desejo permitiu-lhe lançar as bases para a criação de uma nova antropologia, definindo-se a si mesmo como um antropólogo da violência e da religião.
Teórico literário e antropólogo, é autor de inúmeros ensaios traduzidos no mundo inteiro: Mentira Romântica e Verdade Romanesca (1961), La Violence et le sacre (1972), Coisas Ocultas desde a Fundação do Mundo (1978), O Bode Expiatório (1982), La Route antique des hommes pervers (1985), Eu Via Satanás Cair do Céu Como Um Raio (1999) e Achever Clausewitz (2007).
Em 2005, foi eleito membro da Academia Francesa, altura em que Michel Serres o apelidou de «o novo Darwin das ciências humanas».
René Girard morreu em Stanford, em 4 de novembro de 2015.

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