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La Conquista Del Mar Tenebroso

de J. P. Oliveira Martins
idioma: espanhol
Editor: Erasmus ediciones, setembro de 2009 ‧
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La epopeya portuguesa de la conquista del mundo, paralela a las gestas españolas de la misma época. Novela histórica, continuación de la célebre Historia de Portugal. Ensayo de gran vuelo épico, narrativo y dramático sobre la epopeya de los grandes viajes marítimos y conquistas de Portugal en su edad de oro, paralelos y complementarios a los españoles de la misma época (con Felipe II). Un libro apasionante en el que Oliveira, un enorme escritor casi desconocido en España, le otorga una dimensión novelesca impresionante. Oliveira Martins (Lisboa, 1845-1894) estudió Bellas Artes. Fue un celebérrimo escritor y político. En 1892 fue elegido diputado y en 1896 ministro de Hacienda. Autor admirado por Borges, quien se refirió a él como "un gran imaginativo plástico y psicológico, un vívido narrador y un admirable elaborador de vasta síntesis", y al que Menéndez Pelayo calificara de "gran artista histórico".

La Conquista Del Mar Tenebroso

de J. P. Oliveira Martins

Propriedade Descrição
ISBN: 9788492806041
Editor: Erasmus ediciones
Data de Lançamento: setembro de 2009
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788492806041

SOBRE O AUTOR

J. P. Oliveira Martins

Joaquim Pedro de Oliveira Martins (Lisboa, 30.04.1845-Lisboa, 24.08.1894) é hoje reconhecido como um dos fundadores da moderna historiografia portuguesa e uma das vozes de maior relevância do pensamento político e social do século XIX.
Foi historiador, político e cientista social, cujas obras marcaram sucessivas gerações de leitores e investigadores, influenciando escritores do século XX, como António Sérgio ou Eduardo Lourenço.
Abandonou os estudos por dificuldades económicas da família, tendo trabalhado no comércio e mais tarde como diretor de vários projetos empresariais e industriais.
Foi deputado em 1883, eleito por Viana do Castelo, e em 1889 pelo círculo do Porto.
Em 1892 foi convidado para a pasta da Fazenda, no ministério que se organizou sob a presidência de Dias Ferreira, e em 1893 foi nomeado vice-presidente da Junta do Crédito Público.
Elemento animador da Geração de 70, revelou uma notável adaptação às múltiplas correntes de ideias do seu século, tendo colaborado nas principais publicações literárias e científicas de Portugal.
A sua vasta obra começou com o romance Febo Moniz, publicado em 1867, e estende-se até 1894, ano em que morreu.
Na área das ciências sociais escreveu, por exemplo, Elementos de Antropologia, de 1880, Regime das Riquezas, de 1883, e Tábua de Cronologia, de 1884.
Das obras históricas há a destacar História da Civilização Ibérica e História de Portugal, em 1879, O Brasil e as Colónias Portuguesas, de 1880, Os Filhos de D. João I, de 1891, e Portugal Contemporâneo, de 1881.
É também necessário destacar a sua História da República Romana.
A sua obra suscitou sempre controvérsia e influenciou a vida política portuguesa, mas também historiadores, críticos e literatos do seu tempo e do século XX.

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