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La Casa Del Placer

de Zoé Valdés
idioma: espanhol
Editor: ALMUZARA, novembro de 2019 ‧
14,21€
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Postrado por la enfermedad en una paradisíaca isla de la Polinesia Francesa, Paul Gauguin, el artista transgresor y rebelde que marcaría un punto de inflexión en la pintura de su tiempo, ve comparecer ante él a los fantasmas de su pasado. Entre delirios febriles, Paul evoca sus días de exitoso banquero, dotado de un proverbial instinto para los negocios; y cómo, más tarde, la pintura se convertirá para él en una pasión irrefrenable, que le llevará a abandonarlo todo (y a todos).La amistad con Vincent Van Gogh y su hermano Theo se proyecta en su mente junto a la presencia de su esposa, Mette-Sophie, la -para él- mayor enemiga de su intensa vocación. Para liberarse de las ataduras que lastran su obra, Paul Gauguin habrá de desafiar las convenciones sociales que le atenazan... Y pagar un alto precio por ello."La casa del placer", provocadora, audaz, impactante, es una nueva muestra del talento literario de Zoé Valdés, quien, tras títulos tan celebrados como "La mujer que llora" y "Te di la vida entera", alcanza con esta novela, ganadora del Premio Jaén 2019, una de sus mayores cotas.

La Casa Del Placer

de Zoé Valdés

Propriedade Descrição
ISBN: 9788417954192
Editor: ALMUZARA
Data de Lançamento: novembro de 2019
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788417954192

SOBRE O AUTOR

Zoé Valdés

Escritora cubana, Zoé Valdés nasceu em 1959, em Havana. Estudou no Instituto Pedagógico Superior de Havana, até ser expulsa no quarto ano. Daí passou para a Universidade de Havana para tirar o curso de Filologia mas só frequentou as aulas até ao segundo ano, altura em que decidiu abandonar a vida estudantil.
Entretanto, Zoé Valdés, que já escrevia poesia desde os 17 anos, recebeu aos 23, no México, o Primeiro Prémio de Poesia Roque Dalton y Jaime Suárez Quemain, graças ao livro Respuestas para vivir.
Por essa altura saiu de Cuba e mudou-se para França, onde aperfeiçoou a língua na Aliança Francesa. Começou a trabalhar na delegação cubana na UNESCO, onde foi assessora cultural entre 1984 e 1988, tendo também trabalhado no gabinete cultural da Embaixada de Cuba em Paris. Esta experiência acabou por a influenciar a nível político e a escritora transformou-se numa crítica do sistema político cubano.
Paralelamente, foi desenvolvendo a sua actividade de escritora e em 1985 voltou a ser galardoada, desta vez com o Prémio Carlos Ortiz de Poesia, graças à obra Todo para una Sombra.
Já no final da década de 80 regressou a Havana, onde esteve desempregada durante algum tempo, até que foi trabalhar para o Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográficas. Aqui foi argumentista de cinema e subdirectora da Revista de Cinema Cubano. Desempenhou estas funções até 1994.
No ano seguinte ganhou o Prémio de Conto Juan March Cencillo com La Hija del Embajador. Em 1996 venceu o Prémio Finalista Planeta com a obra Te de la Vida Entera, já editado em Portugal com o título Dei-te a minha Vida, e três anos mais tarde foi distinguida pela República Francesa com a Ordem de Cavaleira das Artes e das Letras.
Zoé Valdés saiu de novo de Cuba, desta vez na condição de exilada política, e foi viver outra vez para Paris, onde prosseguiu a sua carreira literária, tendo produzido obras como Milagre em Miami, já publicadas em Portugal e em diversos países do mundo. Zoé Valdés foi considerada a percursora do sucesso que os escritores cubanos gozam actualmente em todo o mundo.
Paralelamente participa em conferências sobre literatura, mas onde as suas opções políticas, contrárias ao regime de Fidel Castro, são sempre um dos pontos fortes das suas intervenções.

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