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En La Habana Nunca Hace Frio

de Zoé Valdés
idioma: espanhol
Editor: ALMUZARA, outubro de 2023 ‧
15,29€
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"En La Habana nunca hace frío" cuenta las peripecias musicales, políticas y humanas de un grupo de jóvenes habaneros en el año 1972. Jóvenes ilusionados con el movimiento "hippie" de la época, que no sólo llegó a verse y oírse con dificultades en la isla, sino que fue severamente prohibido. Eva, la narradora, forma parte ùjunto con sus amigas Bada y Pilzyù del underground cubano. Las tres creen firmemente que la vida siempre estará por encima de ideologías e intolerancias. Gracias a sus aventuras, el lector descubrirá el poco conocido rock cubano desde dentro; un rock perseguido y expulsado. Asistiremos a los enfrentamientos de los "hippies" habaneros con sus acosadores y a la creación de una fuerza poderosa, oculta y liberadora: la Jipangá.Es una novela acerca del rock, de la libertad que brindó a distintas generaciones y que todavía sigue brindando al mundo entero. Es, además, una novela de iniciación sobre la sexualidad femenina, la adolescencia, la perseverancia y la verdad. Una obra reveladora, de la mano de una Zoé Valdés especialmente inspirada que consigue pasajes verdaderamente emotivos, memorables.

En La Habana Nunca Hace Frio

de Zoé Valdés

Propriedade Descrição
ISBN: 9788411317269
Editor: ALMUZARA
Data de Lançamento: outubro de 2023
Idioma: Espanhol
Dimensões: 151 x 225 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 152
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788411317269

SOBRE O AUTOR

Zoé Valdés

Escritora cubana, Zoé Valdés nasceu em 1959, em Havana. Estudou no Instituto Pedagógico Superior de Havana, até ser expulsa no quarto ano. Daí passou para a Universidade de Havana para tirar o curso de Filologia mas só frequentou as aulas até ao segundo ano, altura em que decidiu abandonar a vida estudantil.
Entretanto, Zoé Valdés, que já escrevia poesia desde os 17 anos, recebeu aos 23, no México, o Primeiro Prémio de Poesia Roque Dalton y Jaime Suárez Quemain, graças ao livro Respuestas para vivir.
Por essa altura saiu de Cuba e mudou-se para França, onde aperfeiçoou a língua na Aliança Francesa. Começou a trabalhar na delegação cubana na UNESCO, onde foi assessora cultural entre 1984 e 1988, tendo também trabalhado no gabinete cultural da Embaixada de Cuba em Paris. Esta experiência acabou por a influenciar a nível político e a escritora transformou-se numa crítica do sistema político cubano.
Paralelamente, foi desenvolvendo a sua actividade de escritora e em 1985 voltou a ser galardoada, desta vez com o Prémio Carlos Ortiz de Poesia, graças à obra Todo para una Sombra.
Já no final da década de 80 regressou a Havana, onde esteve desempregada durante algum tempo, até que foi trabalhar para o Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográficas. Aqui foi argumentista de cinema e subdirectora da Revista de Cinema Cubano. Desempenhou estas funções até 1994.
No ano seguinte ganhou o Prémio de Conto Juan March Cencillo com La Hija del Embajador. Em 1996 venceu o Prémio Finalista Planeta com a obra Te de la Vida Entera, já editado em Portugal com o título Dei-te a minha Vida, e três anos mais tarde foi distinguida pela República Francesa com a Ordem de Cavaleira das Artes e das Letras.
Zoé Valdés saiu de novo de Cuba, desta vez na condição de exilada política, e foi viver outra vez para Paris, onde prosseguiu a sua carreira literária, tendo produzido obras como Milagre em Miami, já publicadas em Portugal e em diversos países do mundo. Zoé Valdés foi considerada a percursora do sucesso que os escritores cubanos gozam actualmente em todo o mundo.
Paralelamente participa em conferências sobre literatura, mas onde as suas opções políticas, contrárias ao regime de Fidel Castro, são sempre um dos pontos fortes das suas intervenções.

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