10% de desconto

La Belle Du Caire

de Naguib Mahfouz
idioma: francês
Editor: GALLIMARD, novembro de 2004 ‧
11,05€
10% DESCONTO CARTÃO
Comment faire pour devenir beau, riche et célèbre quand on est un étudiant banal, sans le sou et sans relations ? C'est la question que se pose le jeune Mahgoub, lorsque son oncle, haut fonctionnaire, lui propose un marché un peu particulier : un poste dans son service, où il gagnera la reconnaissance et un bon salaire, en échange d'un mariage de convenance avec une jeune fille, maîtresse d'un aristocrate soucieux d'éviter le scandale. Mahgoub y voit la promesse d'une vie meilleure et accepte. Mais pour donner vie à ses rêves de promotion sociale, il lui faut perdre ses illusions : corruption, mensonge et jalousie s'imposent très vite comme ses nouvelles règles de vie... L'accompagnement pédagogique fait le point sur l'histoire de l'Égypte dans les années 1930, les modes de vie et coutumes, le poids des conventions, les moyens de promotion sociale et l'importance de la corruption. La place de la femme est longuement traitée, de même que les questions de l'amour, du désir, de la jalousie. Un vrai roman d'apprentissage écrit par celui qu'on surnomme le «Zola du Nil», et qui fut le premier prix Nobel de littérature de langue arabe en 1988. Roman (XXe siècle) recommandé pour les classes de lycée.

La Belle Du Caire

de Naguib Mahfouz

Propriedade Descrição
ISBN: 9782070300556
Editor: GALLIMARD
Data de Lançamento: novembro de 2004
Idioma: Francês
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Coleção: La Bibliotheque Gallimard ; Texte Et Dossier
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Leituras orientadas
EAN: 9782070300556

SOBRE O AUTOR

Naguib Mahfouz

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1988

Romancista egípcio, Naguib Mahfouz nasceu a 11 de dezembro de 1911 em Gamaliya, nas cercanias do Cairo. Filho de um funcionário público, teve acesso a uma educação esmerada.
Após ter concluído os seus estudos secundários, ingressou na Universidade do Cairo, de onde obteve o seu diploma em 1934. Enquanto prosseguia um curso de pós-graduação, Mahfouz tomou a decisão de se tornar escritor a tempo inteiro.
Começou por colaborar para a imprensa com artigos e contos, reunindo estes últimos num volume aparecido em 1938. No ano seguinte conseguiu alcançar uma certa estabilidade ao seguir as pisadas do pai, tornando-se funcionário público no Ministério dos Assuntos Islâmicos.
Também nesse ano de 1939 publicou o seu primeiro romance, Abath al-Aqdar, obra em que, com volumes como Radubis (1943) e Kifah Tibah (1944), o autor procura fazer abranger a totalidade da história do Egipto. Em meados da década de 50, surgiu com Al-Thulatiya (1956-57, A Trilogia do Cairo), obra em que descreve as andanças da família de Al-Sayyid Amad Abd Al-Jawad durante três gerações, desde a Primeira Grande Guerra até ao tempo presente.
A Revolução do Egipto, ocorrida em 1952, depôs o monarca Farouk I e instaurou um regime liderado por Gamal Abdel Nasser. Desagradado com a situação, o escritor votou-se ao silêncio durante alguns anos. Reapareceu em 1959 com trabalhos de índole prolífica e variada.
Alterando o seu discurso e recorrendo à alegoria e ao simbolismo para veicular as suas opiniões políticas, publicou Al-Liss Wa-Al-Kilab (1961, O Ladrão e os Cães), romance que conta a história de um gatuno de convicções marxistas e que, após ter sido aprisionado e eventualmente libertado, procura a vingança e encontra a morte.
Após ter exercido as funções de diretor do Gabinete de Censura egípcio, Mahfouz retomou o mesmo cargo junto da Fundação para o Desenvolvimento do Cinema, entre os anos de 1954 e 1969. A partir de então tornou-se consultor cinematográfico para o Ministério da Cultura do seu país, acabando por se reformar em 1972.
Entretanto, em 1965 surgiu Al-Shahhadh (O Pedinte) e, dois anos depois, Miramar (1967), romance que descreve a vida de uma rapariga através de quatro narradores, cada um deles representando uma corrente de pensamento político diferente.
Galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1988, Naguib Mahfouz caiu no desagrado dos fundamentalistas islâmicos que, em 1994, enviaram dois assassinos ao seu encontro. Apunhalaram o escritor no pescoço com uma faca de cozinha, mas falharam o atentado e, capturados, foram ambos condenados à morte no ano seguinte.
Faleceu no Cairo a 30 de agosto de 2006, com 94 anos.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR