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Jo, Tituba, La Bruixa Negra De Salem

de Maryse Condé
idioma: catalão
Editor: TIGRE DE PAPER, setembro de 2025 ‧
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Maryse Condé dona veu a la Tituba, lesclava negra que va motivar els famosos judicis per bruixeria de Salem, Massachusetts, el 1962. Nascuda dÆuna violació dÆun mariner anglès a la seva mare, lÆesclava Abena, la Tituba és iniciada des de ben petita als poders sobrenaturals per Man Yaya, curandera i endevina. Incapaç de resistir-se a la influència dÆhomes de dubtosa moral, acaba sent propietat de Samuel Parris, un pastor purità obsessionat amb Satanàs que se lÆemportarà a la petita comunitat de Salem. Allà, serà arrestada i jutjada, acusada dÆhaver embruixat les nenes del poble. Oblidada a la presó fins a lÆamnistia general de dos anys més tard, la seva història acaba aquí. Però no en aquesta novel·la. Maryse Condé reescriu la seva vida, traient-la de lÆoblit a què havia estat condemnada, i li permet tornar al seu país natal, la Barbados dels temps dels cimarrons i de les primeres revoltes dÆesclaus. La venjança de la Tituba consisteix a recordar-nos que les portes a les nostres històries culturals reprimides encara estan entreobertes. û Angela Y. Davis

Jo, Tituba, La Bruixa Negra De Salem

de Maryse Condé

Propriedade Descrição
ISBN: 9788419515261
Editor: TIGRE DE PAPER
Data de Lançamento: setembro de 2025
Idioma: Catalão
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 258
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
Livros em Espanhol > História > História em Geral
EAN: 9788419515261

SOBRE O AUTOR

Maryse Condé

Maryse Condé (1934-2024) nasceu em Guadalupe e é autora de uma vasta obra, que inclui romances, peças de teatro, literatura para a infância, ensaios e textos autobiográficos. Doutorada em Literatura Comparada pela Sorbonne, em Paris, teve uma importante carreira académica, não só em França, mas também nos Estados Unidos da América, onde lecionou literatura francófona em universidades como Harvard e Columbia.

Em 1976 publicou o seu primeiro romance Hérémakhonon (que significa «À Espera da Felicidade» na língua malinke da África Ocidental). Mas foi Ségou, editado em 1984, que projetou a escritora para a fama. O romance conta a história de um conselheiro real no Império Bambara da África Ocidental, que floresceu nos séculos XVIII e XIX, mas que entrou em colapso sob a pressão das forças europeias e islâmicas. No seu último livro, O Evangelho do Novo Mundo, Condé escreve uma espécie de testamento, no qual se interroga, com pesar, sobre a forma como o mundo gira. Trata-se de uma reinterpretação da Bíblia, transposta para Guadalupe, escrita em homenagem a José Saramago. O livro foi finalista do Booker Prize International em 2023.

Pelo conjunto da sua obra, a autora foi distinguida em 2018 com o Prémio New Academy, o «Nobel alternativo» de Literatura; em 2020 recebeu a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito pelo presidente Macron e, em 2021, o Prémio Mundial Cino del Duca.

A escravatura, o colonialismo, o racismo, a identidade e a maternidade são temas determinantes na obra da autora, considerada como a mais importante voz das letras das Caraíbas. Nas palavras de Emmanuel Macron, presidente francês: «Gigante das letras, Maryse Condé soube pintar as dores e as esperanças, de Guadalupe a África, das Caraíbas à Provença. Numa linguagem de luta e esplendor que é única e universal. Livre.»

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