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Desirada

de Maryse Condé
idioma: catalão
Editor: L`AGULLA DAURADA, junho de 2026 ‧
22,32€
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Com es pot viure entre misteris i amb la inquietud de no tenir una història pròpia per explicar? La Marie-Noëlle, abandonada de ben petita, creix a Guadalupe fins el dia que la seva mare la reclama, i sÆha de traslladar a França, en un barri de la rodalia de París. Allà sÆenfrontarà a la sensació dÆestar fora de lloc, tant amb lÆentorn com amb una mare desconeguda. Aleshores començarà una dolorosa recerca sobre la veritat dels seus orígens. Un viatge per reconstruir el trencaclosques de la seva identitat que la portarà als Estats Units i a Guadalupe, i en què haurà de destriar, entre els silencis i les mitges veritats de la Reynalda i de la Nina, la mare i lÆàvia, el que hi ha de cert en cada relat. Una història de maternitats no volgudes i dÆhomes no desitjats; de tres generacions de dones fortes unides per la sang, els abusos i la violència. Desirada és, sobretot, la resposta a lÆobligació de carregar amb el pes del passat familiar: viure és lÆúnica veritat.

Desirada

de Maryse Condé

Propriedade Descrição
ISBN: 9788419515339
Editor: L`AGULLA DAURADA
Data de Lançamento: junho de 2026
Idioma: Catalão
Dimensões: 200 x 130 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 300
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788419515339

SOBRE O AUTOR

Maryse Condé

Maryse Condé (1934-2024) nasceu em Guadalupe e é autora de uma vasta obra, que inclui romances, peças de teatro, literatura para a infância, ensaios e textos autobiográficos. Doutorada em Literatura Comparada pela Sorbonne, em Paris, teve uma importante carreira académica, não só em França, mas também nos Estados Unidos da América, onde lecionou literatura francófona em universidades como Harvard e Columbia.

Em 1976 publicou o seu primeiro romance Hérémakhonon (que significa «À Espera da Felicidade» na língua malinke da África Ocidental). Mas foi Ségou, editado em 1984, que projetou a escritora para a fama. O romance conta a história de um conselheiro real no Império Bambara da África Ocidental, que floresceu nos séculos XVIII e XIX, mas que entrou em colapso sob a pressão das forças europeias e islâmicas. No seu último livro, O Evangelho do Novo Mundo, Condé escreve uma espécie de testamento, no qual se interroga, com pesar, sobre a forma como o mundo gira. Trata-se de uma reinterpretação da Bíblia, transposta para Guadalupe, escrita em homenagem a José Saramago. O livro foi finalista do Booker Prize International em 2023.

Pelo conjunto da sua obra, a autora foi distinguida em 2018 com o Prémio New Academy, o «Nobel alternativo» de Literatura; em 2020 recebeu a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito pelo presidente Macron e, em 2021, o Prémio Mundial Cino del Duca.

A escravatura, o colonialismo, o racismo, a identidade e a maternidade são temas determinantes na obra da autora, considerada como a mais importante voz das letras das Caraíbas. Nas palavras de Emmanuel Macron, presidente francês: «Gigante das letras, Maryse Condé soube pintar as dores e as esperanças, de Guadalupe a África, das Caraíbas à Provença. Numa linguagem de luta e esplendor que é única e universal. Livre.»

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