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Jacqueline De Romilly Raconte L'Orestie D'Eschyle

de Jacqueline De Romilly
idioma: francês
Editor: BAYARD, setembro de 2006 ‧
15,78€
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Comment sauver la Cité de la violence des guerres, des clans et des haines familiales ? Comment mettre un terme à la série des crimes humains ? Ces questions sont toujours les nôtres aujourd'hui. A Athènes, au Ve siècle avant notre ère, Eschyle répond par l'écriture d'une grande trilogie tragique qui marquerait toute la civilisation occidentale : L'Orestie. Plus de 2 500 ans nous séparent de l'histoire d'Agamemnon, des Choéphores et des Euménides. Jacqueline de Romilly réussit le tour de force de raconter le trésor de cette trilogie en s'adressant à notre époque " où toutes les sortes de violences semblent avoir pris une forme exacerbée et où nous cherchons désespérément un remède ".

Jacqueline De Romilly Raconte L'Orestie D'Eschyle

de Jacqueline De Romilly

Propriedade Descrição
ISBN: 9782227476004
Editor: BAYARD
Data de Lançamento: setembro de 2006
Idioma: Francês
Páginas: 117
Tipo de produto: Livro
Coleção: La Memoire Des Oeuvres
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9782227476004

SOBRE O AUTOR

Jacqueline De Romilly

Jacqueline De Romilly nasceu em Chartres, em 1913, filha de Maxime David, professor de Filosofia, e de Jeanne Malvoisin. Casou-se em 1940 com Michel Worms de Romilly. Estudou em Paris no liceu Molière, onde foi laureada no concurso geral no primeiro ano em que as mulheres puderam concorrer, no liceu Louis-le-Grand, na l’École normale supérieure e, finalmente, na Sorbonne. Doutorada em Letras e professora agregada de Letras, deu aulas em vários liceus, tendo mais tarde leccionado Língua e Literatura Gregas nas universidades de Lille (1949-1957) e na Sorbonne (1957-1973), antes de ser nomeada professora no Collège de France em 1973, a primeira mulher a conseguir tal distinção, para a cadeira «A Grécia e a formação do pensamento moral e político». Desde o início que Romilly se dedicou à literatura grega clássica, ensinando e escrevendo, fosse sobre os autores do período clássico (como Tucídides, sobre quem fez a sua tese de doutoramento, e os tragediógrafos) ou sobre a história das ideias e da análise progressiva do pensamento grego (a lei, a democracia, a bondade, e até o ensino). Alguns dos seus livros resultam deste quadro académico e humanista. Depois de ter sido a primeira mulher a leccionar no Collège de France, Jacqueline de Romilly foi a primeira mulher membro da Académie des inscriptions et belles-lettres (1975), à qual viria a presidir no ano de 1987. Foi também membro correspondente ou estrangeiro de diversas academias, como a da Dinamarca, a Academia Britânica, a de Viena, de Atenas, a Academia da Baviera, a holandesa, a Academia de Nápoles, de Turim, Génova, a Academia Americana de Artes e Ciências, bem como de diversas Academias provinciais e Doutora honoris causa das universidades de Oxford, Atenas, Dublin, Heidelberg, Montréal e Yale. Foi distinguida pelo Estado austríaco com a condecoração para a Ciência e as Artes e recebeu diversos prémios, entre eles o Prémio Ambatiélos, da Académie des inscriptions et belles-lettres (1948), o Prémio Croiset, do Institut de France (1969), o Prémio Langlois, da Académie française (1974), o Grande Prémio da Academia, atribuído pela Académie française (1984), o Prémio Onassis (Atenas, 1995), entre diversos outros prémios gregos, dos quais se destaca o Prémio do Parlamento Grego em 2008, país de que obteve a nacionalidade em 1995. Jacqueline de Romilly faleceu a 18 de Dezembro de 2010, com 97 anos.

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