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Istoria D'Un Calhoc Et Deu Gat Qui S'Ensehne A Volar

de Luis Sepúlveda
idioma: francês
Editor: PER NOSTE, junho de 2012 ‧
10,18€
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Traduction du titre de «Histoire d'une mouette et du chat qui lui apprit à voler» de Luis Sepulveda Zorbas le chat grand noir et gros a promis à la mouette qui est venue mourir sur son balcon de couver son dernier oeuf, de protéger le poussin et de lui apprendre à voler. Tous les chats du port de Hambourg vont se mobiliser pour l'aider à tenir ces promesses insolites. À travers les aventures rocambolesques et drôles de Zorbas et Afortunada, on découvre la solidarité, la tendresse, la nature et la poésie. Luis Sepúlveda que prometó aus sons hilhs de'us escríver ua istòria suu mau que hèm, nosautes umans, au noste enviroament en nse'n mau ocupar, abismant la natura e tanben a nosautes medishs. Atau qu'ei vaduda aquesta istòria qui conta las benalèjas de Zòrbas, un gat gran, negre e bèth, dab un hòrt sentiment d'aunor, qui'u mia un dia a s'engatjar a suenhar un piòc de calhòc. La soa mair qu'èra un beròi calhòc gahat per ua andada de petròli vueitat a la mar per un batèu hastiau. Au moment de's morir, que dèisha en responsabilitat a Zòrbas l'ueu que s'a ponut. Zòrbas qu'ei un gat de paraula e que va complir las promessas hèitas : que va coar l'ueu, que va suenhar lo piòc, mes tanben que'u va ensenhar a volar. Los amics de Zòrbas, Secretario, Quiacsaptot, Capauvent, e Colonello, que'u van ajudar en ua òbra qui, qu'ac vederatz, n'ei pas autant aisida com çò qui sembla, mensh enqüèra tà ua bandalada de gats mei acostumats a's pelejar en la dura vita de gats de pòrt com lo de Hamborg, qu'a estar los pairs d'un nenè de calhòc.

Istoria D'Un Calhoc Et Deu Gat Qui S'Ensehne A Volar

de Luis Sepúlveda

Propriedade Descrição
ISBN: 9782868660947
Editor: PER NOSTE
Data de Lançamento: junho de 2012
Idioma: Francês
Páginas: 67
Tipo de produto: Livro
Coleção: Les Usuels
Classificação Temática: Livros em Francês > Ensino e Educação > Aprendizagem de outros idiomas
EAN: 9782868660947

SOBRE O AUTOR

Luis Sepúlveda

Foi a 4 de outubro de 1949, na localidade chilena de Ovalle, a mais de 300 km a norte da capital, Santiago, que nasceu Luis Sepúlveda. Filho de um militante do Partido Comunista e proprietário de um restaurante, e de uma enfermeira de origens mapuche (um povo indígena da região centro-sul do Chile e do sudoeste da Argentina), Luis Sepúlveda cresceu no bairro San Miguel de Santiago e estudou no Instituto Nacional, onde começou a escrever por influência de uma professora de História.
Aos 15 anos ingressou na Juventude Comunista do Chile, da qual foi expulso em 1968. Depois disso, militou no Exército de Libertação Nacional do Partido Socialista. Após os estudos secundários, ingressou na Escola de Teatro da Universidade de Chile, da qual chegou a ser diretor. Anos mais tarde, licenciou-se em Ciências da Comunicação pela Universidade de Heidelberg, na Alemanha.
Da sua vasta obra – toda ela traduzida em Portugal –, destacam-se os romances O Velho Que Lia Romances de Amor e História de Uma Gaivota e do Gato Que a Ensinou a Voar. Mas todos os seus livros conquistaram em todo o mundo a admiração de milhões de leitores.
Em 2016, recebeu o Prémio Eduardo Lourenço – que visa galardoar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cooperação e da cultura ibérica –, uma honra que definiu como «uma emoção muito especial».
Para além de romancista, foi realizador, roteirista, jornalista e ativista político. Em 1970 venceu o Prémio Casa das Américas pelo seu primeiro livro, Crónicas de Pedro Nadie, e também uma bolsa de estudo de cinco anos na Universidade Lomonosov de Moscovo. No entanto, só ficaria cinco meses na capital soviética, uma vez que foi expulso da universidade por «atentado à moral proletária». Membro ativo da Unidade Popular chilena nos anos 70, teve de abandonar o país após o golpe militar de Augusto Pinochet. Viajou e trabalhou no Brasil, Uruguai, Bolívia, Paraguai e Peru. Viveu no Equador entre os índios Shuar, participando numa missão de estudo da UNESCO. Em 1979 alistou-se nas fileiras sandinistas, na Brigada Internacional Simon Bolívar, que lutava contra a ditadura de Anastácio Somoza. Depois da vitória da revolução sandinista, trabalhou como repórter.
Em 1982 rumou a Hamburgo, movido pela sua paixão pela literatura alemã. Nos catorze anos em que lá viveu, alinhou no movimento ecologista e, enquanto correspondente da Greenpeace, atravessou os mares do mundo, entre 1983 e 1988. Em 1997, instalou-se em Gijón, em Espanha, na companhia da mulher, a poetisa Carmen Yáñez. Nesta cidade fundou e dirigiu o Salão do Livro Ibero-americano, destinado a promover o encontro de escritores, editores e livreiros latino-americanos com os seus homólogos europeus.
Luis Sepúlveda vendeu mais de 18 milhões de exemplares em todo o mundo e as suas obras estão traduzidas em mais de 60 idiomas. Em Portugal, era presença assídua na Feira do Livro de Lisboa, em sessões de autógrafos onde era bem visível o carinho do público português pelos seus romances, e esteve presente em quase todas as 21 edições do Festival Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim, a última das quais entre 18 e 23 de fevereiro de 2020.
A 29 de fevereiro de 2020, Luis Sepúlveda foi diagnosticado com Covid-19, naquele que seria o primeiro caso de infeção nas Astúrias, e consequentemente internado no Hospital Universitário Central de Astúrias, onde veio a falecer a 16 de abril.

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