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Irmãos de Armas

de António Brito

editor: Clube do Autor
A guerra transformou-os em matilha de caçadores. Ninguém os treinou para viver em paz.
Esta é a história dos Rolling Stones, treinados e armados para o combate na floresta. Irmãos de Armas, sobreviveram a mortes e desvarios. Quando os desmobilizaram, largaram-nos no mundo, incapazes de sobreviver sem guerra. Só as mulheres da sua vida os ampararam e amaram na adversidade.
Tudo começou no Dondo, Moçambique, em setembro de 1970.
«Chamo-me Alex, Alex Baldaia, e comandei os Rolling Stones até à desmobilização. Decorreram décadas desde que passei o Bojador e na Guiné me alcunharam de Príncipe - o meu nome de guerra. Desconheço porque me deram esse nome. Talvez por me verem transportar na mochila com as rações de combate, o livro de Nicolau Maquiavel - sardinhas em tomate, feijão enlatado e intriga política - uma mistura explosiva a sacolejar nas costas.»

Irmãos de Armas

de António Brito

ISBN: 9789897243370
Editor: Clube do Autor
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 233 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 392
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789897243370
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O Livro que falta escrever

Fernanda Durão

- Muito bem escrito e focando temas importantíssimos. - Para quando, um livro sobre as mulheres que ficaram na "retaguarda", e de quem ninguém fala? - Quem vai escrever sobre as mulheres, as irmãs que não tiveram apoio NENHUM do estado fascista nem do democrático para carregar o fardo pós traumático dos guerreiros que, depois de usados, foram deitados fora, sem qualquer apoio económico ou psicológico?

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o sangue de todos

joão possante

Muito melhor que «Olhos de Caçador» Já li e gostei. É um livro muito bem escrito, com temas antigas, de uma geração sofrida e de temas tão atuais ainda: o stress traumático de um pó guerra que ainda não resolvido. Aconselho a leitura deste livro, não só aos mais idosos, mas também e sobretudo à juventude para compreender fenómenos da nossa sociedade.

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Irmãos de Armas

Manuel Martins

A acção descrita pelo autor, coincide com o período temporal em que também combati em Mueda-Cabo Delgado. A narração prende-nos da primeira à última página. Na realidade a opinião do autor "...prepararam-nos para a guerra e depois abandonaram-nos...", é a pura realidade. Comovente a parte final do livro. Embora um pouco romanceado, era assim que nos sentíamos quando regressávamos à vida civil. Completamente deslocados. Era preciso muita coragem para nos reintegrarmos. Também verdadeiro que encontrávamos refúgio nos braços de quem nos amava e conseguia compreender-nos. Lapidar uma frase proferida por minha mãe quando regressei da guerra: "... este não é o meu filho, o meu filho ficou lá pela guerra...".

António Brito

António Brito é licenciado em Direito e trabalhou em empresas multinacionais. Nasceu entre as serras do Açor e do Caramulo, concelho de Tábua, distrito de Coimbra. Antigo combatente da guerra colonial, alistou-se aos dezoito anos na Força Aérea, nas Tropas Pára-quedistas, sendo mobilizado para a guerra em Moçambique. Combateu os guerrilheiros nacionalistas em algumas das mais importantes operações militares de toda a guerra ultramarina: nas florestas da serra Mapé, nos pântanos do rio Rovuma, no planalto dos macondes, no vale do rio Messalo. Colaborou com jornais de Moçambique e Portugal, contando histórias de guerra e de homens vivendo para lá dos seus limites.
Os seus romances Olhos de caçador (2007) e O céu não pode esperar (2009) baseiam-se nas suas vivências africanas na guerra de guerrilhas no antigo território português do Índico. Olhos de caçador foi considerado um dos melhores livros escritos em língua portuguesa sobre a guerra colonial, a condição de soldado e a solidão do combatente, revelando o seu lado desconhecido.

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