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Insania

de Hélia Correia
idioma: espanhol
Editor: Hiru Argitaletxea, fevereiro de 2000 ‧
11,21€
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Hélia Correia nació en Lisboa, en febrero de 1949. Creció en Mafra, una zona agrícola cuyo ambiente marcó mucho su infancia y cuya atmósfera rural está siempre presente en sus libros, de un estilo muy personal e inconfundible que producen en el lector una gran sensación de extrañeza. Se graduó en lengua y literatura francesa y portuguesa en la universidad de Lisboa, y durante varios años fue profesora de una escuela estatal. Sus comienzos en la escritura fueron a través de la poesía, pero después ha practicado el cuento, la novela y el ensayo. Ha trabajado para importantes periódicos y revistas especializadas de Portugal. Sus poemas han sido recogidos en diferentes antologías literarias. Es una escritora muy estimada en su se describe un cuadro de ambiente rural infectado por la plaga del dejaban de alimentar sus nervios con risas y terrores. Se había encendido allí la luz de la inteligencia, que es una luz difícil de soportar. Y, tal vez porque habían conseguido mantenerla tanto tiempo a distancia, atacaba con mayor intensidad, penetraba a través de tímpanos y párpados como los gusanos en los cuentos de ciencia-ficción, y obligaba al cerebro al dolor del entendimiento. Sabían, pues, que estaban olvidados del mundo, a pesar de las cincuenta y pico maneras en que el mundo iba diariamente a sus casas. Sólo los niños continuaban atentos a todo lo que se revelaba en las

Insania

de Hélia Correia

Propriedade Descrição
ISBN: 9788489753433
Editor: Hiru Argitaletxea
Data de Lançamento: fevereiro de 2000
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 213
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > História da Literatura
EAN: 9788489753433

SOBRE O AUTOR

Hélia Correia

Escritora portuguesa contemporânea (1949), licenciou-se em Filologia Românica e é professora de Português do Ensino Secundário. Apesar do seu gosto pela poesia, é como ficcionista que é reconhecida como uma das revelações da novelística portuguesa da geração de 1980, embora os seus contos, novelas ou romances estejam sempre impregnados do discurso poético.
Estreou-se na poesia com O Separar das Águas, em 1981, e O Número dos Vivos, em 1982.
A novela Montedemo, encenada pelo grupo O Bando, dá à autora uma certa notoriedade. Aliás, Hélia Correia revelou, desde cedo, o gosto pelo teatro e pela Grécia clássica, o que a levou a representar em Édipo Rei e a escrever Perdição, levadas à cena, em 1993, pela Comuna. Escreveu também Florbela, em 1991, que viria a ser encenada pelo grupo Maizum.
Destacam-se ainda na sua produção os romances Casa Eterna e Soma e, na poesia, A Pequena Morte/Esse Eterno Conto.
Recebeu em 2002 o prémio PEN 2001, atribuído a obras de ficção, pela sua obra Lillias Fraser.
Venceu o prémio literário Correntes d'Escritas/Casino da Póvoa com o livro de poesia A Terceira Miséria.
Foi galardoada com o Prémio Camões, em 2015.

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