In Defense Of Political Reason

Essays By Raymond Aron

de Raymond Aron
idioma: inglês
Editor: ROWMAN & LITTLEFIELD, junho de 1994 ‧
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The essays in this volume deal with political ethics; morality and international relations; the meaning of liberalism; the philosophy of history; the nature of totalitarianism; the responsibility of intellectuals in a free society; and the contemporary crisis of democratic theory and practice.

In Defense Of Political Reason

Essays By Raymond Aron

de Raymond Aron

Propriedade Descrição
ISBN: 9780847678778
Editor: ROWMAN & LITTLEFIELD
Data de Lançamento: junho de 1994
Idioma: Inglês
Encadernação: Capa dura
Páginas: 188
Tipo de produto: Livro
Coleção: New Feminist Perspectives
Classificação Temática: Livros em Inglês > Política > Política em Geral
EAN: 9780847678778

SOBRE O AUTOR

Raymond Aron

Antes do tempo ou não, Raymond Aron teve razão no seu tempo e continua a tê-la hoje. A sua obra está na primeira linha da denúncia de todas as formas de totalitarismos. Filósofo, sociólogo, jornalista, professor e politólogo, Aron nasceu em 1905, em Paris, no seio de uma família de origem judaica, tornando-se conhecido pelo seu cepticismo em relação à esquerda francesa. Estudou na École Normale Supérieure, onde conheceu Jean-Paul Sartre, de quem se tornou amigo e, mais tarde, forte oponente intelectual. Foi colunista no Le Figaro e no L’Express, e lecionou em instituições como a Sorbonne e o Collège de France, tendo tido por alunos figuras como Pierre Bourdieu, André Glucksmann ou Henry Kissinger. Publicou diversos livros influentes que consolidaram a sua posição de autoridade intelectual entre os conservadores franceses. Pensador de invulgar argúcia, é um dos grandes intelectuais do século XX, e autor de vasta obra da qual se destaca O Ópio dos Intelectuais (1957), um conhecido ataque contra Sartre, o marxismo e a intelectualidade francesa, desintoxicando o pensamento unilateral da esquerda e a denegação dos intelectuais marxista face à brutal repressão do comunismo. Em 1977, vítima de uma embolia, repensa a sua vida e decide então escrever suas memórias. Morre em 1983.

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