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In Aeternum
Editor:
Chiado Books, março de 2015 ‧
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SINOPSE
Não me creio vivo… Mas que faço eu aqui? Continuando assim a viver neste mundo de trevas sem que a morte me alcance? Afinal, qual é a idade de um morto? Quanto tempo estive vivo ou quantos Invernos gelaram as minhas cinzas? Mas quem sou eu? Procuro-te…
A minha pele nívea e luzidia contrasta com o negro e a escuridão de um coração que jamais amou um ser vivo… Vivo onde as lendas se misturam e confundem com o uivar dos lobos, vivo solitário. Desesperado.
Vagueio escondido no crepúsculo, roxo e tremendo de frio… O meu coração sangra por ti… Adormeço sempre sentindo o frio e o vazio que as palavras nunca ditas deixaram no meu coração tão só. Acordo gritando por ti desesperadamente.
Se pudesse por uma vez apenas, por uma vez mais sentir o veneno dos teus lábios…
Nem o canto da mais bela sereia se compara à melodia da tua voz que os corvos ouvem atentamente...
Espero pelo dia em que me ouças para de novo me poder erguer e vaguear pela noite, deixar o negro do meu sangue correr nas minhas veias. Talvez compreendas… …Só as noites são eternas…
Uma mão lava a outra, as duas lavam o rosto…
Numa estranha confissão de um condenado que precedia a sua extrema-unção, enclausurado numa pequena e húmida cela, contada foi esta estória.
Os meus olhos trémulos contemplavam a estranha e bela figura, esse alegado demónio que murmurava perante mim as inimagináveis páginas da sua dolorosa vida.
Assisti também eu àquele último horror. Uma mão lava a outra, as duas lavam o rosto, diz-se.
Choro eu também ao relê-la…
A morte, esse fatídico e implacável desígnio, ceifa tudo. Nada se leva, tudo se perde. O poder, a riqueza, a fama, a vida, até a fé, nada será necessário após o fim.
Somente as noites são eternas, pois um dia até o sol se apagará, mas o amor, esse, prevalece, enquanto houver noites…
…Maior que a vida, mais forte que a morte…
…Ad eternum, in aeternum…
(Para Sempre, pois o amor nunca morre...)
A minha pele nívea e luzidia contrasta com o negro e a escuridão de um coração que jamais amou um ser vivo… Vivo onde as lendas se misturam e confundem com o uivar dos lobos, vivo solitário. Desesperado.
Vagueio escondido no crepúsculo, roxo e tremendo de frio… O meu coração sangra por ti… Adormeço sempre sentindo o frio e o vazio que as palavras nunca ditas deixaram no meu coração tão só. Acordo gritando por ti desesperadamente.
Se pudesse por uma vez apenas, por uma vez mais sentir o veneno dos teus lábios…
Nem o canto da mais bela sereia se compara à melodia da tua voz que os corvos ouvem atentamente...
Espero pelo dia em que me ouças para de novo me poder erguer e vaguear pela noite, deixar o negro do meu sangue correr nas minhas veias. Talvez compreendas… …Só as noites são eternas…
Uma mão lava a outra, as duas lavam o rosto…
Numa estranha confissão de um condenado que precedia a sua extrema-unção, enclausurado numa pequena e húmida cela, contada foi esta estória.
Os meus olhos trémulos contemplavam a estranha e bela figura, esse alegado demónio que murmurava perante mim as inimagináveis páginas da sua dolorosa vida.
Assisti também eu àquele último horror. Uma mão lava a outra, as duas lavam o rosto, diz-se.
Choro eu também ao relê-la…
A morte, esse fatídico e implacável desígnio, ceifa tudo. Nada se leva, tudo se perde. O poder, a riqueza, a fama, a vida, até a fé, nada será necessário após o fim.
Somente as noites são eternas, pois um dia até o sol se apagará, mas o amor, esse, prevalece, enquanto houver noites…
…Maior que a vida, mais forte que a morte…
…Ad eternum, in aeternum…
(Para Sempre, pois o amor nunca morre...)
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895130047 |
| Editor: | Chiado Books |
| Data de Lançamento: | março de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 133 x 217 x 28 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 394 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Mundo Fantástico |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Literatura Fantástica
|
| EAN: | 9789895130047 |
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