10% de desconto

Il Ne Faut Pas Mourir Deux Fois

de Francisco González Ledesma
idioma: francês
Editor: ATALANTE, novembro de 2010 ‧
20,14€
10% DESCONTO CARTÃO
portes grátis
La nouvelle enquête de Ricardo Méndez, dixième roman consacré à l'inspecteur de Barcelone. Gabri, ancien taulard, se recueille sur la tombe de sa femme, dans le vieux cimetière de Pueblo Nuevo, lorsqu'on lui propose d'abattre un homme. Décidément, bien des types rôdent autour d'une villa isolée, occupée par Dalia, une ex-entremetteuse, et Nadia, une adolescente trisomique. Sandra se marie ce jour-là. Tout à coup, elle s'avance vers son futur époux. et lui loge une balle au milieu du front. L'ineffable Méndez va alors s'employer à démêler cet écheveau avec l'humanité, l'humour corrosif et la férocité qu'on lui connaît. Salué par la critique en Espagne, ce roman paru chez nos voisins en 2009 atteste que Francisco González Ledesma n'a rien perdu de son pouvoir évocateur ni de sa verve.

Il Ne Faut Pas Mourir Deux Fois

de Francisco González Ledesma

Propriedade Descrição
ISBN: 9782841725243
Editor: ATALANTE
Data de Lançamento: novembro de 2010
Idioma: Francês
Páginas: 348
Tipo de produto: Livro
Coleção: Guide Petit Fute ; Country Guide
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Policial e Espionagem
Livros em Francês > Literatura > Thriller
EAN: 9782841725243

SOBRE O AUTOR

Francisco González Ledesma

Francisco González Ledesma (Barcelona, 1927) foi um autor precoce. Iniciou-se escrevendo guiões de BD para a editorial Bruguera e romances do Oeste que entrega a um ritmo de um por semana, sob o pseudónimo de Silver Kane, o que lhe proporciona trabalho e recursos literários, além de lhe permitir pagar o curso de Direito. Obteve com apenas 21 anos o Premio Internacional de Novela pelo seu romance Sombras viejas. Neste júri, encontravamse Somerset Maugham e Walter Starkie. Mas a censura franquista proibiu a sua publicação, o que o levou ao silêncio como romancista e a dedicar-se primeiro à advocacia e depois ao jornalismo, no Correo Catalán e, durante 25 anos, em La Vanguardia, onde chegou a ser redactor-chefe. Nos tempos livres, escreveu Los napoleones (que também foi proibido), Las calles de nuestros padres e Expediente Barcelona (fi nalista do Premio Ciutat de València, em 1983), que só puderam ser publicados com a transição política para a democracia. Em 1984 recebeu o Premio Planeta por Crónica Sentimental en Rojo o que lhe proporcionou uma notável popularidade e ânimo para continuar a escrever. Em duas ocasiões mereceu o Premio Mystère para o melhor romance estrangeiro publicado em França, país onde também goza de grande prestígio e sucesso editorial, e o Prémio Hammett por outra das suas obras.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO