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El Adoquín Azul

de Francisco González Ledesma
idioma: espanhol
Editor: MENOSCUARTO EDICIONES, fevereiro de 2014 ‧
11,21€
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Montero es traductor y poeta en una Barcelona de posguerra, una ciudad caótica, convulsa, sucia, viciosa y, por lo tanto, fascinante. Herido en una redada, Montero logra escapar gracias a la ayuda de Ana, la mujer de un cruel jefe de policía. A partir de aquí se teje una apasionante y enternecedora historia de amor frustrado en un ambiente de miedo castrador, de represión política y poesía en secreto, de exilio y retorno. Francisco González Ledesma no solo muestra en 'El adoquín azul' su habitual pericia técnica para narrar, sino también la hondura para dibujar el vacío del ser humano sin memoria.

El Adoquín Azul

de Francisco González Ledesma

Propriedade Descrição
ISBN: 9788415740100
Editor: MENOSCUARTO EDICIONES
Data de Lançamento: fevereiro de 2014
Idioma: Espanhol
Dimensões: 141 x 210 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788415740100

SOBRE O AUTOR

Francisco González Ledesma

Francisco González Ledesma (Barcelona, 1927) foi um autor precoce. Iniciou-se escrevendo guiões de BD para a editorial Bruguera e romances do Oeste que entrega a um ritmo de um por semana, sob o pseudónimo de Silver Kane, o que lhe proporciona trabalho e recursos literários, além de lhe permitir pagar o curso de Direito. Obteve com apenas 21 anos o Premio Internacional de Novela pelo seu romance Sombras viejas. Neste júri, encontravamse Somerset Maugham e Walter Starkie. Mas a censura franquista proibiu a sua publicação, o que o levou ao silêncio como romancista e a dedicar-se primeiro à advocacia e depois ao jornalismo, no Correo Catalán e, durante 25 anos, em La Vanguardia, onde chegou a ser redactor-chefe. Nos tempos livres, escreveu Los napoleones (que também foi proibido), Las calles de nuestros padres e Expediente Barcelona (fi nalista do Premio Ciutat de València, em 1983), que só puderam ser publicados com a transição política para a democracia. Em 1984 recebeu o Premio Planeta por Crónica Sentimental en Rojo o que lhe proporcionou uma notável popularidade e ânimo para continuar a escrever. Em duas ocasiões mereceu o Premio Mystère para o melhor romance estrangeiro publicado em França, país onde também goza de grande prestígio e sucesso editorial, e o Prémio Hammett por outra das suas obras.

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