10% de desconto

Húmus

Livro de bolso

de Raul Brandão
Editor: 11 X 17, abril de 2011 ‧
7,00€
10% DESCONTO CARTÃO
EM STOCK -
Publicado pela primeira vez em 1917, Húmus, a obraprima de Raul Brandão, é um misto de diário, feito de visões e reflexões metafísicas, e de ficção simbólica, onde se alternam dois monólogos interiores em fragmentos datados ao longo de cerca de um ano — o monólogo do autor/narrador, na primeira pessoa, e o de um filósofo lunático, alter ego do autor, apodado de Gabiru. Escrito num estilo poderosamente original e de uma modernidade impressionante, Húmus explora a contradição entre o mundo aparente e o autêntico, onde se descobrem monstruosidades não sonhadas.

Húmus

Livro de bolso

de Raul Brandão

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722523028
Editor: 11 X 17
Data de Lançamento: abril de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 110 x 171 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722523028
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

obra prima

Vasco Moreira

Um dos marcos da literatura portuguesa, mostra de forma muito dinâmica e particular o modo de pensar de um dos génios da escrita de prosa portuguesa.

Escrita fina

Joana Leitão

Escritor da nossa história que merece uma parte do nosso tempo dedicado às suas linhas. Uma história que vale a pena descobrir

uma agradável surpresa

Raquel Maria

Uma obra magnífica repleta de desespero, frustração e conflitos interiores.

Mundano e metafisico

Pedro Xavier

Este livro distingue-se pelo constante rebatimento entre a realidade palpável e mundana e a obliteração da mesma pelas observações metafísicas que se cruzam. Um livro muito interessante pelo heterogeneidade dos reparos.

SOBRE O AUTOR

Raul Brandão

Raul Brandão nasceu na Foz do Douro, Porto, a 12 de março de 1867, e morreu em Lisboa a 5 de dezembro de 1930. Militar de 1888 a 1911, quando se reformou do posto de capitão, foi ao jornalismo e à literatura que dedicou a sua vida, escrevendo livros, como Húmus, a sua obra-prima, ou peças de teatro como O Gebo e a Sombra, que impressionaram várias gerações até aos nossos dias. Sem nunca ter escrito poesia, a sua escrita é predominantemente poética, e a condição humana é o tema profundo da sua obra: simbolista-decadentista no início, com História de um Palhaço, impressionista no final, quando escreve Os Pescadores e As Ilhas Desconhecidas, considerado «um dos melhores livros de viagens de todos os tempos na literatura portuguesa». As suas Memórias – que agora se apresentam reunidas num único volume – são uma das grandes referências nacionais neste género literário.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU