Hotel Íris

de Yoko Ogawa
Editor: Quetzal Editores, junho de 2009 ‧
Mari e a sua mãe são proprietárias de um pequeno hotel à beira-mar. É um hotel modesto, mas bem gerido e está quase sempre completo. Mari toma conta da recepção todas as noites e, como em todas as noites, a tranquilidade e o silêncio reinam no pequeno hotel. De repente ouvemse gritos, insultos — proferidos por uma mulher que sai agora do quarto de um dos seus hóspedes mais discretos. Mari fica impressionada com a cena e, inconscientemente, com a elegância e distinção deste homem quase velho, acusado dos piores desvios. Alguns dias mais tarde cruzar-se-á com ele na rua e começará a seguilo. O homem que inicialmente apenas a intrigou, tornar-se-á uma obsessão e objecto do seu desejo.

Hotel Íris conta uma história de amor sem limites entre a jovem Mari e o velho tradutor, transcendendo desta vez a atmosfera alusiva que caracteriza outras obras de Yoko Ogawa.

«Original, encantador, sempre tocante.»
Paul Auster

«Um mundo sensual e melodioso.»
New York Times

«Dá expressão aos traços mais subtis da psicologia humana.»
Kenzaburo Oë (Pémio Nobel)

Hotel Íris

de Yoko Ogawa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725648056
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: junho de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 229 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Coleção: Serpente Emplumada
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789725648056

Recomendo

DM

Livro com escrita harmoniosa e surpreendente.

Muito Bom

Rita

Um livro muito duro, mas muito bem escrito

Escrita simples e sublime, bem ao estilo japonês

Cristina (Books&Beers)

Não conhecia a escrita de Yoko Ogawa e fiquei fascinada, pela simplicidade e a forma nua e crua, por vezes sem emoção de como relata a história e as relações. De forma muito subtil, escava e raspa o mais fundo, escuro e horrendo do ser humano, de forma objectiva. Mesmo assim, senti empatia, compaixão e até repulsa pelos acontecimentos. Pareceu-me um mix de lolita e 50 shades of grey, japanese style. Tem partes algo gráficas de sadomasoquismo e sexo, relatados de uma forma quase poética, quase como se fosse "normal" rebaixar e maltratar a personagem feminina. Inquietante e provocadora, não deixa de ser uma belíssima história de amor não-socialmente aceite.

Sublime

Patrícia Correia

Imaginem um instrumento musical que transmite uma melodia harmoniosa, soberba. . . Assim é "Hotel Iris", uma obra que cativa, que deslumbra, que emociona e faz refletir. Harmonioso...enfim. Não conhecia a autora; gostei muito!

Escrita simples e subtil. Uma leitura muito prazeirosa.

Cristina (Books & Beers)

Não conhecia a escrita de Yoko Ogawa e fiquei fascinada, pela simplicidade e a forma nua e crua, por vezes sem emoção de como relata a história e as relações. De forma muito subtil, escava e raspa o mais fundo, escuro e horrendo do ser humano, de forma objectiva. Mesmo assim, senti empatia, compaixão e até repulsa pelos acontecimentos. Pareceu-me um mix de lolita e 50 shades of grey, japanese style. Tem partes algo gráficas de sadomasoquismo e sexo, relatados de uma forma quase poética, quase como se fosse "normal" rebaixar e maltratar a personagem feminina. Inquietante e provocadora, não deixa de ser uma belíssima história de amor não-socialmente aceite.

Um livro sensibilíssimo

Claudino Moura

Uma escrita muito sensível e cuidade, que nos trasmite uma imagem límpida dos afectos, do amor, que as personagens principais sentem uma pela outra. Lê-se rapidamente, não é um livro muito grande, mas não se lê de forma voraz, o que é ainda outra mais-valia. Recomendo vivamente!

SOBRE O AUTOR

Yoko Ogawa

Yoko Ogawa nasceu a 30 de março de 1962, em Okayama, no Japão. Graduou-se na Universidade de Waseda e vive atualmente em Ashiya, Hyogo, com o marido e o filho. Desde 1988 publicou numerosas obras de ficção e não-ficção, muitas delas premiadas, traduzidas em inúmeros idiomas e adaptadas ao cinema.

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