História do Pensamento Político Ocidental

de Diogo Freitas do Amaral
Editor: Edições Almedina, junho de 2012 ‧
Esta obra dá a conhecer e procura compreender as grandes ideias dos grandes filósofos e governantes sobre a política: O que é? Para que serve? Quem beneficia? Como se relaciona com as divisões entre classes sociais?
Na Europa e nos EUA, esta disciplina só existe há cerca de um século. Mas, em Portugal, o Doutor Diogo Freitas do Amaral foi o primeiro professor que, de forma completa e isenta, ensinou esta cadeira na universidade em Portugal, e reduziu a escrito as suas lições. Hoje, muitos docentes mais novos seguem o seu exemplo em várias faculdades.
A obra é uma autêntica caixa de surpresas: sabia que Platão foi o primeiro comunista da história? E que Aristóteles analisou, há 25 séculos, a relação entre as classes sociais e os regimes políticos? Conhece as diferenças entre Platão e Aristóteles, entre Sto. Agostinho e S. Tomás de Aquino, entre Maquiavel e Erasmo?
E, do século XVII para cá, conhece as semelhanças e diferenças entre Montesquieu e Rousseau, entre Marx e Lenine, entre social-democracia e democracia cristã? E sabe em que consistem as ideias anarquistas?
Hoje é universalmente reconhecido por todos que a História das Ideias Políticas deve fazer parte da biblioteca essencial de qualquer indivíduo culto, de qualquer pessoa interessada no Saber e de qualquer homem ou mulher consciente da sua Cidadania.

História do Pensamento Político Ocidental

de Diogo Freitas do Amaral

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724046457
Editor: Edições Almedina
Data de Lançamento: junho de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 70 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 774
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Direito > Geral
EAN: 9789724046457

SOBRE O AUTOR

Diogo Freitas do Amaral

Diogo Freitas do Amaral foi uma figura nacional, conhecido como professor de Direito, político e escritor.
Nascido na Póvoa de Varzim, de família vimaranense, em 21 de julho de 1941, doutorou-se em 1967 e ascendeu a catedrático em 1984. Como fundador e primeiro presidente do CDS, foi um dos líderes dos quatro principais partidos políticos da Democracia portuguesa, em 1974 e anos seguintes. Foi conselheiro de Estado, Vice-Primeiro-Ministro, Primeiro Ministro interino, Ministro dos Negócios Estrangeiros (2 vezes) e Ministro da Defesa Nacional. No plano internacional, foi presidente da UEDC – União Europeia das Democracias Cristãs (1981-83) e presidente da Assembleia Geral da ONU (1995-96). De regresso a Portugal, foi co fundador e primeiro diretor da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
Faleceu a 3 de outubro de 2019 e o País homenageou-o com honras militares, num reconhecimento sentido a um dos pais da Democracia portuguesa.

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