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Historia De La Columna Infame

de Alessandro Manzoni
idioma: espanhol
Editor: JUS, junho de 2021 ‧
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Una historia precursora de la novela de investigación judicial que presenta a los lectores un hecho real ocurrido en el Milán de 1630. Todo comienza con una denuncia interpuesta en un clima de histerismo provocado por una epidemia de peste, tras la que son detenidas varias personas acusadas de ser «untadores», es decir, supuestos individuos que restregaban por edificios y puertas de la ciudad un ungüento destinado a extender la peste entre la población. El resultado de dicha denuncia fue un extenso proceso que desembocó en la condena de los imputados a una ristra de torturas despiadadas tales como ser heridos conhierros candentes, enrodados durante horas, degollados o quemados vivos. Para que quedase constancia de esa sentencia ejemplar entre los ciudadanos, la casa del fabricante del ungüento fue destruida y en ese mismo lugar fue erigida una columna, llamada infame, y una lápida como recordatorio del hecho y la justicia ejercida.

Historia De La Columna Infame

de Alessandro Manzoni

Propriedade Descrição
ISBN: 9788418236310
Editor: JUS
Data de Lançamento: junho de 2021
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9788418236310

SOBRE O AUTOR

Alessandro Manzoni

Poeta e romancista italiano, Alessandro Manzoni nasceu em Milão a 7 de março de 1785, descendente de uma antiga família de senhores feudais.
Cresce em Milão mas, em 1805, junta-se à sua mãe em Paris. Nesta cidade, familiariza-se com as ideias e princípios do pensamento de Voltaire, uma influência notória nas suas primeiras obras, nas quais está presente a tendência para ideais anti-eclesiásticos e jacobinos.
Casa em 1808 com Henriette-Louise Blondel, filha de um banqueiro suíço protestante. Dois anos mais tarde, Henriette converte-se ao catolicismo, o que terá levado Manzoni a reconciliar-se com a Igreja. A partir daí, o escritor dedicou a sua vida à religião, ao patriotismo (era um forte simpatizante do movimento de libertação e unificação de Itália) e à literatura.
Os seus escritos criativos concentram-se entre 1812 e 1827, tendo-se depois dedicado aos estudos linguísticos. Entre os seus amigos próximos encontram-se Tommaso Grossi, Massimo d’Azeglio e o filósofo Antonio Rosmini. Passou a maior parte da sua vida em Milão, onde morreu a 22 de maio de 1873.

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