História da Eternidade

de Jorge Luis Borges
Editor: Quetzal Editores, fevereiro de 2012 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL
Venda o seu livro

«O movimento, ocupação de lugares diferentes em instantes diferentes, é inconcebível sem o tempo; igualmente o é a imobilidade, ocupação de um mesmo lugar em pontos diferentes do tempo. Como pude não sentir que a eternidade, ansiada com amor por poetas, é um artifício esplêndido que nos livra, embora de maneira fugaz, da intolerável opressão do sucessivo?»

«Esta pura representação de factos homogéneos – noite em serenidade, ar límpido, cheiro provinciano da madressilva, bairro fundamental – não simplesmente idêntica à que houve nessa mesma esquina há tantos anos; sem parecenças nem repetições, é simplesmente a mesma. O tempo, se pudermos intuir esta identidade, é um desilusão: bastam para o desintegrar a indiferença e a inseparabilidade de um momento do seu aparente ontem de um momento do seu aparente hoje.»

História da Eternidade

de Jorge Luis Borges

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725649923
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: fevereiro de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 196 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789725649923

Pouco...

João Moscão

Apesar de ser um aclamado livro, não me identifiquei muito com o conteúdo - a escrito é sempre maravilhosa, como o autor nos habitua em seus romance. Mas achei que os conteúdos estão demasiado obscuros. Enfim, um bom livro para quem gosta de poesia prosaica, mas não para quem quer destrinçar filosofia nas entrelinhas.

Eternamente Borges

Maria Teresa Meireles

Uma História e um ponto de vista. A história de um ponto de vista que é também, e sobretudo, um ponto de escrita: Borges. E a eternidade aqui tão perto...

SOBRE O AUTOR

Jorge Luis Borges

Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires, em 1899. Cresceu no bairro de Palermo, «num jardim, por detrás de uma grade com lanças, e numa biblioteca de ilimitados livros ingleses».
Em 1914 viajou com a família pela Europa, acabando por se instalar em Bruxelas, e posteriormente em Maiorca, Sevilha e Madrid. Regressado a Buenos Aires, em 1921, Borges começou a participar ativamente na vida cultural argentina.
Em 1923, publicou o seu primeiro livro — Fervor de Buenos Aires — mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, seguido por inúmeros outros. A par da poesia, Borges escreveu ficção (é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve), crítica e ensaio, géneros que praticou com grande originalidade e lucidez.
A sua obra é como o labirinto de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes e os grandes temas universais: o tempo, «eu e o outro», Deus, o infinito, o sonho, as literaturas perdidas, a eternidade — e os autores que deixam a sua marca.
Foi professor de literatura e dirigiu a Biblioteca Nacional de Buenos Aires entre 1955 e 1973.
Morreu em Genebra, em junho de 1986.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU