Camões Poeta, Herói n’Os Lusíadas
Editor:
Tinta da China, Janeiro de 2026 ‧
ver detalhes do produto
14,31€
10% DESCONTO
IMEDIATO
ZFZwc05HMWhRalJUWkhBNE0yRnVNMmRuWW1OUlFYZEpUMHByZGtSVGVteEdjWG80YVdrMU1uSXpSVkExVDJoc1ZsVXZURFpUYTFoTU0yWjNlRUZ6WkdkNU5GUkJlRmhRY3pKdk0ydEtWVmxhTld4WE1EQlBkRFJuUTNsNU5Wb3dMM2xMWW5wWmVVUkZTMDAyWWt0YWJEaHVRell4YzNOTVVXTjRiRzB2Um14alVXcGpXbFYxUm1kaFlXSlNhbU5RTUhKTVpGWjNVMlpVZWs5NFIwZzBWVGRwUkUxMlZYRjJObmw2UVZaUVZGazJXVEV2Umk5YVIyeE1ZM1ZMTjFGcVlVdzJLMUJUTUN0VVV6TkZNVmwzVEZZMlZFNTJXbkpET0U5S1R6VTBhMFZoTm1WRFZFeGtWMnBFWjBGWFpVUmxRbVp6VEhONWNXWkJiV2xMWW1abFZHZEtPREppYTNaT2VXc3diVWRPY2prelpIbExabEZ6YTJGbFdHUkJTRnBzU1RKdE9WaEJORWgwY0VjNE5YcFZSR1JVYmtkRVRESmtTR0ZXV25GSVNUTjNjWE5yUkZaV05rWXJPVFJ3UnpnMmRqaHlXVFpaYkdWWlFVUlhjVXB5Y1dneWNIbzBkbmRyYVZoUFNUSnlaMU5EUjNwRGNFUnFhVFJKVldGbmJsRk5XRWxqVGpOVk9IYzJkRVowYWtGQk9YZEdaMWh6YWpkMlJtMXJWVGR3VnpCYVZUUTNRV1kzZWxwTU4yMHdkbkZUVUZSTlluTkNWakJTTTNRME5sWnpPR1ZvWWxGTE5uZDJXa3AzWTFvemFXUXljSEEyVkRGcFptVjVibkp5ZDBKWk1GWjNSR1JsZFZSTGJ6RTJSVEZRU2xoUVZTOXRiMFZ3YW1KT1lXcFVSM0ZST1VWTldpOXRaMGhTTDJoREszQlVOR1ZQVFcxWlkyeHBWVXhFVmtWSFZqUklhRlpKT0ZKdFpIbFRPSGhKVWpOR1IySkRWR3MwT0RJd01sb3dVREp6OkNaQm9tdjNJR1Z0ckxFc3ZkQ1JQMkE9PQ==
EM STOCK
-
SINOPSE
Partindo do conceito de negative capability, de John Keats, propõe-se neste livro uma leitura que percorre Os Lusíadas como construção que estreitamente alia, por um lado, o canto dos feitos dos Portugueses e, por outro, o tema do desconcerto do mundo. Este tema, importado da lírica, torna-se o núcleo da reflexão poética no texto épico e permite compreender como Camões Poeta se manifesta, ele mesmo, como herói na sua epopeia. O canto e o desconcerto são, assim, forma de subjectivização d’Os Lusíadas, levando o Poeta a louvar os que são dignos de integrar o Poema, mas também a expulsar deste aqueles que o não são.
É este o terreno das incertezas, dos mistérios e das dúvidas a que Keats se referira a propósito de Shakespeare. A esta tese central associam-se ainda as múltiplas imagens de Camões, a «insolação sublime» (Eduardo Lourenço) que ele representa, até hoje, na literatura portuguesa, e a sua presença no Oriente.
É este o terreno das incertezas, dos mistérios e das dúvidas a que Keats se referira a propósito de Shakespeare. A esta tese central associam-se ainda as múltiplas imagens de Camões, a «insolação sublime» (Eduardo Lourenço) que ele representa, até hoje, na literatura portuguesa, e a sua presença no Oriente.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895950027 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 133 x 189 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 208 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Ensaios
|
| EAN: | 9789895950027 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Muito interessante
JS
Mal este livro saiu dos prelos, comprei-o. Não só por se tratar de um ensaio sobre a figura camoniana, mas por ser da autoria da Professora Helena Buescu. Sabia que teria decerto uma excelente leitura e aprendizagem. Isso provou-se. Li-o em 2 dias. Recomendo!
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Estudos em Homenagem a Cristina PimentelEdições Colibri27,00€
30,00€portes grátis -
10%A Literatura Clássica ou os Clássicos na LiteraturaEdições Colibri18,00€
20,00€portes grátis