Haikus do Japão e do Mundo

de António Graça de Abreu
Editor: Gradiva, março de 2016 ‧
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Recorrendo a uma forma poética de origem japonesa (haiku), onde se valoriza a objectividade, o autor apresenta um conjunto de poemas que levam o leitor a viajar por locais distintos, no Oriente e no Ocidente. A escrita delicada e sedutora motivam uma leitura que se aprecia com gosto. «Poemas de infinita delicadeza […], o pormenor requintado, numa simplicidade luminosa, o culto da serenidade com um toque oriental entre o epicurismo horaciano e o convívio com Buda, um fulgor do olhar que vê, que acaricia, que ama, sem se assenhorear dos seres e das coisas, o jogo do amor libado ritualmente, com festa e com dádiva.». «Na sua poesia há qualquer coisa de desarmante, comovedor, intransmissível. Por vocábulos e ritmos, que no entanto só por eles pode ser dito. Uma diferença chinesa.». «Escrita encantada e de encantar, onde a voz lírica se expande em fragmentos que tecem um conto de fadas, tão sedutor para nós como outrora foram os que ouvimos em anelante suspensão.»

Haikus do Japão e do Mundo

de António Graça de Abreu

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896167028
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: março de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 161 x 162 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 204
Tipo de produto: Livro
Coleção: Cantares de Amigos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896167028

SOBRE O AUTOR

António Graça de Abreu

Nasceu no Porto, em 1947. Licenciado em Filologia Germânica e mestre em História dos Descobrimentos e da Expansão Porturguesa, foi professor de Língua e Cultura Portuguesa em Pequim e Xangai e tradutor nas Edições de Pequim em Línguas Estrangeiras, entre 1977 e 1981. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Oriente.
Lecionou Sinologia na Universidade Nova de Lisboa, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, em Lisboa, na ex-Missão de Macau, em Lisboa, e fá-lo atualmente no Museu do Oriente e na Universidade de Aveiro.
Traduziu para português O Pavilhão do Ocidente (1985), teatro clássico chinês, os Poemas de Li Bai (1990), Prémio Nacional de Tradução 1991, Poemas de Bai Juyi (1991) Poemas de Wang Wei (1993), Poemas de Han Shan (2009) e o Tao Te Ching, de Lao Zi (2013). É autor dos livros de poesia China de Jade (1997), China de Seda (2001), Terra de Musgo e Alegria (2005), China de Lótus (2006), Cálice de Neblinas e Silêncios (2008), A Cor das Cerejeiras (2010), da biografia de D. Frei Alexandre de Gouveia (1751-1808), bispo de Pequim (2004) e de Toda a China I (2013). É coautor de Sinica Lusitana, vol. I e II (2000 e 2004).
Entre 1996 e 2002, pertenceu ao board da European Association of Chinese Studies (Heidelberga e Oxford).

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