Governos de Gestão

de Diogo Freitas do Amaral
Editor: Principia, abril de 2002 ‧
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NOTA PRÉVIA

O presente trabalho constitui, no essencial, a reprodução escrita da lição oral que proferi a 6 de Julho de 1983, nas provas públicas de habilitação ao título de professor agregado da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Acrescentaram-se as principais referências bibliográficas e alguns anexos, que reputamos de interesse. Igualmente se transcreveram, aqui ou além, duas ou três passagens que na versão oral tiveram de ser omitidas brevitatis causa.
Tendo-se esgotado a l.ª edição (Cognitio, 1985), sai agora uma 2.ª edição, revista e actualizada.
Só os anexos I, II e III continuam a reportar-se apenas aos oito primeiros Governos Constitucionais, aqueles que serviram de base à análise e às conclusões estatísticas do trabalho feito em 1983.

D. F. A.

Introdução - Conceito e espécies - Regime jurídico - Natureza dos Governos de gestão - Anexos - Bibliografia principal

Governos de Gestão

de Diogo Freitas do Amaral

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728500665
Editor: Principia
Data de Lançamento: abril de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Direito > Geral
EAN: 9789728500665
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Diogo Freitas do Amaral

Diogo Freitas do Amaral foi uma figura nacional, conhecido como professor de Direito, político e escritor.
Nascido na Póvoa de Varzim, de família vimaranense, em 21 de julho de 1941, doutorou-se em 1967 e ascendeu a catedrático em 1984. Como fundador e primeiro presidente do CDS, foi um dos líderes dos quatro principais partidos políticos da Democracia portuguesa, em 1974 e anos seguintes. Foi conselheiro de Estado, Vice-Primeiro-Ministro, Primeiro Ministro interino, Ministro dos Negócios Estrangeiros (2 vezes) e Ministro da Defesa Nacional. No plano internacional, foi presidente da UEDC – União Europeia das Democracias Cristãs (1981-83) e presidente da Assembleia Geral da ONU (1995-96). De regresso a Portugal, foi co fundador e primeiro diretor da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
Faleceu a 3 de outubro de 2019 e o País homenageou-o com honras militares, num reconhecimento sentido a um dos pais da Democracia portuguesa.

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