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Germinal

de Émile Zola
idioma: inglês
Editor: Oxford University Press, julho de 2008 ‧
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Zola's masterpiece of working life, Germinal (1885), exposes the inhuman conditions of miners in northern France in the 1860s. By Zola's death in 1902 it had come to symbolize the call for freedom from oppression so forcefully that the crowd which gathered at his State funeral chanted `Germinal! Germinal!' The central figure, Etienne Lantier, is an outsider who enters the community and eventually leads his fellow-miners in a strike protesting against pay-cuts - a strike which becomes a losing battle against starvation, repression, and sabotage. Yet despite all the violence and disillusion which rock the mining community to its foundations, Lantier retains his belief in the ultimate germination of a new society, leading to a better world. Germinal is a dramatic novel of working life and everyday relationships, but it is also a complex novel of ideas, given fresh vigour and power in this new translation. It is the thirteenth book in the Rougon-Macquart cycle, which celebrates its centenary in October 1993 with a new film version of the novel, starring Gerard Depardieu.

Germinal

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9780199536894
Editor: Oxford University Press
Data de Lançamento: julho de 2008
Idioma: Inglês
Dimensões: 130 x 194 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 576
Tipo de produto: Livro
Coleção: Oxford World'S Classics
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Ficção
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780199536894

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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