Génese Seguido de Constelações

de António Ramos Rosa
Editor: Roma Editora, abril de 2005 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL
Venda o seu livro

Ano novo, colecção nova, dirigida por Casimiro de Brito. Pequenos livros, grandes nomes nacionais e estrangeiros. A abrir, António Ramos Rosa, com o peso do seu nome e da sua idade, ao celebrar os 80! António Ramos Rosa desenha novamente os contornos da “esfera subtil que é talvez o domínio da divindade liberta”. Génese toma lugar entre os poemas para o nosso tempo. Como um salmo ou um adágio no qual a lentidão é uma condição para o encontro com uma “coisa amada deliciosamente nua”. Oferta do mundo “da beleza do mais perfeito e do mais doce ser”.
Constelações oferece uma calma do sétimo dia. Um silêncio como a graça de uma continuidade. Nisso este texto é irmão de Génese. Ele relata não a transcendência mas a imanência do mundo criado a qual é impossível encerrar no real ou com o real. A finitude, as carências são as nossas fontes, uma “incessante germinação... horizonte novo”. Sem emitir uma qualquer mensagem, a obra de António Ramos Rosa cintila no “jogo... universal”.

Génese Seguido de Constelações

de António Ramos Rosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728490553
Editor: Roma Editora
Data de Lançamento: abril de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 209 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 100
Tipo de produto: Livro
Coleção: Sopro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789728490553
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

“O Aprendiz Secreto” I

Sofia Micalli

Como falar da poesia de António Ramos Rosa sem me comover? Poeta Grande da língua portuguesa. Transcendência na forma poética, poemas belíssimos sobre o Mundo e as Constelações, a mulher. "Quando as únicas constelações são de líquen ou de cinza e só uma rosa de musgo se inclina sobre a página há que inventar as constelações da sombra" Poesia solar, da Natureza, Poesia Cósmica. Livro editado em 2005, tinha o Poeta 81 anos.

SOBRE O AUTOR

António Ramos Rosa

Destacado poeta e crítico português nascido em Faro em 1924. Foi militante do MUD (Movimento de União Democrática) e conheceu a prisão política. Trabalhou como tradutor e professor, tendo sido um dos diretores de revistas literárias como Árvore e Cassiopeia. O seu primeiro livro de poesia, O Grito Claro, foi publicado em 1958. A sua obra poética ultrapassa os cinquenta títulos. É ainda autor de ensaios, entre os quais se salienta A Poesia Moderna e a Interrogação do Real (1979-1980). Em 1988 foi distinguido com o Prémio Pessoa. Faleceu em setembro de 2013.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU