SINOPSE
Admiro a arte de semear os remotos sentidos das palavras. a terra, o gado a ruminar eternamente a nossa infância, o ócio morno e sonolento de domingo, de súbito, arrogam a grandeza da pobreza que somos.
É essa vertente, sem macular a qualidade nas outras, do singular trabalho poético de Aurelino Costa que deveras me encanta.
Um dia, ele sabe, será árvore - e do ramo mais alto ouvirá o rumor marinho.
A poesia pode ser isso, uma árvore na fímbria do paraíso.
Francisco Duarte Mangas
É essa vertente, sem macular a qualidade nas outras, do singular trabalho poético de Aurelino Costa que deveras me encanta.
Um dia, ele sabe, será árvore - e do ramo mais alto ouvirá o rumor marinho.
A poesia pode ser isso, uma árvore na fímbria do paraíso.
Francisco Duarte Mangas
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898364968 |
| Editor: | Modo de Ler |
| Data de Lançamento: | março de 2018 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 228 x 7 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 756 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | As Mãos e os Frutos |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789898364968 |
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