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Fundamentos da Nacionalidade

de J. P. Oliveira Martins

editor: Nova Ática, abril de 2004
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Texto retirado do capítulo II da História de Portugal de Oliveira Martins. Somos portugueses porquê? O que nos leva a pôr bandeiras nas casas e nos carros? Por que razão somos independentes há 900 anos? Será por constituirmos uma unidade geográfica? Será por sermos uma raça? Ou será por vontade política?

Fundamentos da Nacionalidade de Oliveira Martins, dá-nos a resposta a estas questões e explica-nos de um modo claro e ainda hoje actual porque somos independentes.

Fundamentos da Nacionalidade

de J. P. Oliveira Martins

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726171607
Editor: Nova Ática
Data de Lançamento: abril de 2004
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 199 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 16
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789726171607
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
J. P. Oliveira Martins

Joaquim Pedro de Oliveira Martins (Lisboa, 30.04.1845-Lisboa, 24.08.1894) é hoje reconhecido como um dos fundadores da moderna historiografia portuguesa e uma das vozes de maior relevância do pensamento político e social do século XIX.
Foi historiador, político e cientista social, cujas obras marcaram sucessivas gerações de leitores e investigadores, influenciando escritores do século XX, como António Sérgio ou Eduardo Lourenço.
Abandonou os estudos por dificuldades económicas da família, tendo trabalhado no comércio e mais tarde como diretor de vários projetos empresariais e industriais.
Foi deputado em 1883, eleito por Viana do Castelo, e em 1889 pelo círculo do Porto.
Em 1892 foi convidado para a pasta da Fazenda, no ministério que se organizou sob a presidência de Dias Ferreira, e em 1893 foi nomeado vice-presidente da Junta do Crédito Público.
Elemento animador da Geração de 70, revelou uma notável adaptação às múltiplas correntes de ideias do seu século, tendo colaborado nas principais publicações literárias e científicas de Portugal.
A sua vasta obra começou com o romance Febo Moniz, publicado em 1867, e estende-se até 1894, ano em que morreu.
Na área das ciências sociais escreveu, por exemplo, Elementos de Antropologia, de 1880, Regime das Riquezas, de 1883, e Tábua de Cronologia, de 1884.
Das obras históricas há a destacar História da Civilização Ibérica e História de Portugal, em 1879, O Brasil e as Colónias Portuguesas, de 1880, Os Filhos de D. João I, de 1891, e Portugal Contemporâneo, de 1881.
É também necessário destacar a sua História da República Romana.
A sua obra suscitou sempre controvérsia e influenciou a vida política portuguesa, mas também historiadores, críticos e literatos do seu tempo e do século XX.

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Os Filhos de D. Joao I

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