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Francis Ford Coppola's Megalopolis

An Original Graphic Novel

de Francis Ford Coppola; Ilustração: Jacob Phillips
idioma: inglês
Editor: ABRAMS, outubro de 2025 ‧
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In his debut graphic novel, legendary award-winning director Francis Ford Coppola brings Megalopolis to life with an all-new, reimagined story, adapted by Coppola with Chris Ryall and award-wining artist Jacob Phillips

Megalopolis: An Original Graphic Novel is a unique 160-page graphic novel that presents an alternate version of Francis Ford Coppola’s visionary film, created and written by Francis Ford Coppola, adapted by Chris Ryall in collaboration with Coppola, and illustrated by Eisner Award-nominated cartoonist Jacob Phillips.

The City of New Rome must change, causing conflict between Cesar Catilina, a genius artist who seeks to leap into a utopian, idealistic future, and his opposition, Mayor Franklyn Cicero, who remains committed to a regressive status quo, perpetuating greed, special interests, and partisan warfare.

Torn between them is socialite Julia Cicero, the mayor’s daughter, whose love for Cesar has divided her loyalties, forcing her to discover what she truly believes humanity deserves.

This graphic novel is a unique, standalone interpretation of the larger world Coppola created; or as Coppola himself put it, Megalopolis: An Original Graphic Novel is "a sibling of the film, rather than just an echo."

Francis Ford Coppola's Megalopolis

An Original Graphic Novel

de Francis Ford Coppola; Ilustração: Jacob Phillips

Propriedade Descrição
ISBN: 9781419787126
Editor: ABRAMS
Data de Lançamento: outubro de 2025
Idioma: Inglês
Dimensões: 177 x 269 x 19 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Banda Desenhada > Novela Gráfica
EAN: 9781419787126

SOBRE O AUTOR

Francis Ford Coppola

Cineasta norte-americano, Francis Ford Coppola nasceu em Detroit em 7 de abril de 1939, filho do compositor Carmine Coppola. Cresceu em Nova Iorque e, desde cedo, demosntrou paixão pelo cinema, filmando pequenos filmes caseiros em 8mm. Em 1960, concluiu a licenciatura em Cinema na UCLA. Os seus primeiros trabalhos como realizador enquadravam-se dentro do género soft-core como Tonight For Sure (1961) e The Playgirls and the Bellboy (1962). Depois, foi trabalhar para a equipa de Roger Corman, onde desempenhou numerosas funções desde operador de som a assistente de realização. Quando Corman lhe deu oportunidade de assumir a realização, Coppola partiu para a Irlanda onde filmou o experimental Dementia 13 (1963), um filme de horror gore. Convidado para trabalhar para os Estúdios Warner, onde filmou You're a Big Boy Now (A Noite é Perversa, 1966) e o musical Finian's Rainbow (O Vale do Arco-Íris, 1968), que, apesar da presença de Fred Astaire, se traduziu por um enorme fracasso comercial. Após o road-movie The Rain People (Chove no Meu Coração, 1969), procurou concentrar-se numa carreira de argumentista. Viu o seu esforço ser premiado com um Óscar para o Melhor Argumento Original pelo seu trabalho em Patton (1970). Em seguida, a Paramount propôs-lhe fazer a adaptação cinematográfica dum best-seller de Mario Puzo. O resultado final foi The Godfather (O Padrinho, 1972), uma saga sobre a família mafiosa Corleone, premiada com três Óscares, entre os quais o de Melhor Filme. Contudo, tanto a fase de pré-produção como a de rodagem foram bastante atribuladas: a Paramount não concordou inicialmente com as escolhas de Marlon Brando e de Al Pacino e qualquer atraso nas rodagens funcionava como justificação dos produtores para tentar o despedimento de Coppola. O realizador entrou numa senda de sucessos: com o thriller The Conversation (O Vigilante, 1974), arrecadou a Palma de Ouro do Festival de Cannes. Depois, envolveu-se a fundo no aliciante desafio de fazer uma continuação de O Padrinho. The Godfather-Part II (O Padrinho-Parte II, 1974) venceu seis Óscares e Coppola foi agraciado com o Óscar para Melhor Realizador por uma película que toda a crítica cinematográfica considerou quase unanimemente como de superior qualidade em relação ao primeiro título. Nos anos seguintes, Coppola dedicou-se à adaptação do romance O Coração das Trevas, de Joseph Conrad. Três anos depois, estreou Apocalypse Now (1979), um filme cujas rodagens foram marcadas por numerosas contrariedades desde o ataque cardíaco do protagonista Martin Sheen, passando pela destruição dos cenários devido a um tufão. Com uma derrapagem de quase 30 milhões de dólares relativamente ao orçamento inicial, o filme valeu-lhe a segunda Palma de Ouro em Cannes. Considerado em Hollywood como o realizador da nova geração com maior sucesso, lançou-se na aventura megalómana de fundar os Estúdios Zoetrope com produção própria. Mas começou aí a sua fase mais negra, com uma série de desastres comerciais iniciada com o melodrama One From the Heart (Do Fundo do Coração, 1982), passando por The Outsiders (Os Marginais, 1983), Rumble Fish (Juventude Inquieta, 1983), pelo musical Cotton Club (1984), a comédia Peggy Sue Got Married (Peggy Sue Casou-se, 1986) terminando com Gardens of Stone (Jardins de Pedra, 1987) e a biografia Tucker: The Man and His Dream (Tucker: o Homem e o Seu Sonho, 1988). Pelo meio, deu-se a tragédia pessoal da morte do seu filho Gio num acidente de barco e a falência da Zoetrope. Necessitando novamente dum êxito de bilheteira para levantar a sua cotação em Hollywood, aceitou a proposta feita pela Paramount de filmar um terceiro episódio da saga da família Corleone. The Godfather Part III (O Padrinho-Parte III, 1990) teve um acolhimento moderado por parte da crítica e do público e não reuniu consensos. Já Bram Stoker's Dracula (Drácula, 1992) foi um enorme sucesso e relançou a sua carreira. Apesar de fracassos posteriores, como a comédia Jack (1996) e The Rainmaker (O Poder da Justiça, 1997), continua a ser um dos realizadores mundiais de maior nomeada.

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