El Cine En Vivo Y Sus Técnicas

de Francis Ford Coppola
idioma: espanhol
Editor: RESERVOIR BOOKS, abril de 2018 ‧
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El posible futuro del cine según Francis Ford Coppola, uno de los cineastas más grandes del siglo XX. Un ensayo trufado de experiencias personales que seducirá a los cinéfilos. En este libro, uno de los más aclamados cineastas modernos da un repaso exhaustivo a un nuevo medio audiovisual. El Live Cinema es una forma de arte en vivo y en formato digital que puede aportar calidad a la creación e innovar en su difusión por salas de cine de cualquier rincón del mundo. Su visión de este nuevo medio está trufada de observaciones e intuiciones magistrales, dada su larguísima experiencia en el séptimo arte: notas sobre las primeras décadas del cine, recuerdos sobre su fascinación con la televisión en directo de la década de los cincuenta, reflexiones sobre la dirección de actores, comentarios sobre la tecnología audiovisual más puntera... Por ello, este volumen funciona también como una suerte de autobiografía, ya que Coppola repasa sus triunfos y fracasos con una honestidad inusitada. Reseñas:«Una verdadera mina de libro, intensamente personal, a la par que un viaje astral hacia el futuro potencial del cine/teatro/televisión. Es una obra íntima y confesional y a la vez un pasaporte mágico al almacén de sabiduría del cineasta.»Walter Murch «Un libro que presenta de manera compacta el legado de Coppola, sus ideas innovadoras, la profundidad de su conocimiento y sus pasiones duraderas.»David Canfield, Entertainment Weekly «Las virtudes de Coppola como narrador, sea cual sea el medio de transmisión, son más que evidentes en este libro. Está plagado de párrafos donde su relación con el live cinema primigenio es tan reveladora como fascinante. El entusiasmo por el cine de este creador genial es contagioso.»Pu blishers Weekly «Un relato curioso y divertido sobre cómo un maestro en su campo se pelea con una nueva manera de comunicar el arte. Empieza el libro explorando la prehistoria de la televisión, cuando casi todos los programas llegaban a su público rodados en directo, y está trufada de apartes personales sobre cómo esta técnica lo ha perseguido a lo largo de su dilatada carrera. Igual que en sus películas, Coppola sabe contar una historia interesante. El live cinema, en su nueva encarnación, y todos aquellos a quienes pueda atraer, se van a beneficiar de la visión que Coppola tiene sobre el tema.»Michael Ruzicka, Booklist «En este libro novedoso y sorprendente, que son en parte unas memorias, en parte un diario y en parte una guía, Francis Ford Coppola se entusiasma (y entusiasma al lector) en su búsqueda de una nueva forma de contar historias. En El cine en vivo y sus técnicas se entremezclan elementos de la autobiografía de Coppola, su conocimiento enciclopédico del cine y la televisión, así como su proceso creativo en pos de un nuevo lenguaje cinematográfico.»William Friedkin

El Cine En Vivo Y Sus Técnicas

de Francis Ford Coppola

Propriedade Descrição
ISBN: 9788417125530
Editor: RESERVOIR BOOKS
Data de Lançamento: abril de 2018
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Outras Artes
EAN: 9788417125530

SOBRE O AUTOR

Francis Ford Coppola

Cineasta norte-americano, Francis Ford Coppola nasceu em Detroit em 7 de abril de 1939, filho do compositor Carmine Coppola. Cresceu em Nova Iorque e, desde cedo, demosntrou paixão pelo cinema, filmando pequenos filmes caseiros em 8mm. Em 1960, concluiu a licenciatura em Cinema na UCLA. Os seus primeiros trabalhos como realizador enquadravam-se dentro do género soft-core como Tonight For Sure (1961) e The Playgirls and the Bellboy (1962). Depois, foi trabalhar para a equipa de Roger Corman, onde desempenhou numerosas funções desde operador de som a assistente de realização. Quando Corman lhe deu oportunidade de assumir a realização, Coppola partiu para a Irlanda onde filmou o experimental Dementia 13 (1963), um filme de horror gore. Convidado para trabalhar para os Estúdios Warner, onde filmou You're a Big Boy Now (A Noite é Perversa, 1966) e o musical Finian's Rainbow (O Vale do Arco-Íris, 1968), que, apesar da presença de Fred Astaire, se traduziu por um enorme fracasso comercial. Após o road-movie The Rain People (Chove no Meu Coração, 1969), procurou concentrar-se numa carreira de argumentista. Viu o seu esforço ser premiado com um Óscar para o Melhor Argumento Original pelo seu trabalho em Patton (1970). Em seguida, a Paramount propôs-lhe fazer a adaptação cinematográfica dum best-seller de Mario Puzo. O resultado final foi The Godfather (O Padrinho, 1972), uma saga sobre a família mafiosa Corleone, premiada com três Óscares, entre os quais o de Melhor Filme. Contudo, tanto a fase de pré-produção como a de rodagem foram bastante atribuladas: a Paramount não concordou inicialmente com as escolhas de Marlon Brando e de Al Pacino e qualquer atraso nas rodagens funcionava como justificação dos produtores para tentar o despedimento de Coppola. O realizador entrou numa senda de sucessos: com o thriller The Conversation (O Vigilante, 1974), arrecadou a Palma de Ouro do Festival de Cannes. Depois, envolveu-se a fundo no aliciante desafio de fazer uma continuação de O Padrinho. The Godfather-Part II (O Padrinho-Parte II, 1974) venceu seis Óscares e Coppola foi agraciado com o Óscar para Melhor Realizador por uma película que toda a crítica cinematográfica considerou quase unanimemente como de superior qualidade em relação ao primeiro título. Nos anos seguintes, Coppola dedicou-se à adaptação do romance O Coração das Trevas, de Joseph Conrad. Três anos depois, estreou Apocalypse Now (1979), um filme cujas rodagens foram marcadas por numerosas contrariedades desde o ataque cardíaco do protagonista Martin Sheen, passando pela destruição dos cenários devido a um tufão. Com uma derrapagem de quase 30 milhões de dólares relativamente ao orçamento inicial, o filme valeu-lhe a segunda Palma de Ouro em Cannes. Considerado em Hollywood como o realizador da nova geração com maior sucesso, lançou-se na aventura megalómana de fundar os Estúdios Zoetrope com produção própria. Mas começou aí a sua fase mais negra, com uma série de desastres comerciais iniciada com o melodrama One From the Heart (Do Fundo do Coração, 1982), passando por The Outsiders (Os Marginais, 1983), Rumble Fish (Juventude Inquieta, 1983), pelo musical Cotton Club (1984), a comédia Peggy Sue Got Married (Peggy Sue Casou-se, 1986) terminando com Gardens of Stone (Jardins de Pedra, 1987) e a biografia Tucker: The Man and His Dream (Tucker: o Homem e o Seu Sonho, 1988). Pelo meio, deu-se a tragédia pessoal da morte do seu filho Gio num acidente de barco e a falência da Zoetrope. Necessitando novamente dum êxito de bilheteira para levantar a sua cotação em Hollywood, aceitou a proposta feita pela Paramount de filmar um terceiro episódio da saga da família Corleone. The Godfather Part III (O Padrinho-Parte III, 1990) teve um acolhimento moderado por parte da crítica e do público e não reuniu consensos. Já Bram Stoker's Dracula (Drácula, 1992) foi um enorme sucesso e relançou a sua carreira. Apesar de fracassos posteriores, como a comédia Jack (1996) e The Rainmaker (O Poder da Justiça, 1997), continua a ser um dos realizadores mundiais de maior nomeada.

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