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Fleur d'Oranger

de Rica Sainov
Editor: Chiado Books, junho de 2019 ‧
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Gabriel, um menino inteligente e bem-educado, vive aos doze anos de idade, em Fafe, um episódio fantástico e sobrenatural que o vai catapultar para uma demanda interminável pelo seu verdadeiro propósito de existência.

Ao mudar-se com a sua família para o Porto, vai conhecer o seu inseparável companheiro Damian e também Rodolfo, Daniela e Sara. Eternamente apaixonado por Daniela, nunca dá a devida atenção aos crescentes avanços de Sara.

Com Daniela, Damian e Sara a orbitar constantemente na sua vida, em ciclos de afastamentos e reencontros, deparando-se com novas revelações, decide dedicar-se estrategicamente a uma vida dupla.

Numa senda muito própria, com coragem e determinação, vê-se obrigado a viajar a locais de beleza e de cultura únicos e até a enfrentar uma poderosa organização criminosa.

Um livro original e emocionante que nos vai obrigar a refletir sobre temas tanto supérfluos como profundos das nossas vidas.

Fleur d'Oranger

de Rica Sainov

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895258468
Editor: Chiado Books
Data de Lançamento: junho de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 219 x 29 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 396
Tipo de produto: Livro
Coleção: Viagens na Ficção
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789895258468

Inovador

José Teixeira

Uma sublime obra literária de ficção portuguesa, um romance com uma pitada de suspense e muita, muita fantasia. Contudo, de uma forma invulgar e original, sobrevém da sua leitura uma mensagem muito clara: um apelo à mudança de paradigma; um dar-as-mãos, ao invés de intensificar a fratura — já existente na sociedade — entre uma fração cética, pragmática e tecnocrata e outra, mais espiritual, centrada na inquirição do verdadeiro propósito do estarmos aqui e agora. Por entre as folhas do livro, está desenhada sub-reptícia e alegoricamente a explicação da importância de uma culinária cuidada, curativa, da adoção de hábitos mentais, emocionais e sociais apropriados e do erro que estamos a cometer quando viramos as costas às capacidades inatas de intuição e perceção, comuns a todos os que caminham neste planeta. É muito simples: toda a gente fala atualmente das alterações climáticas e deixou-se de estar atento à canalização do erário público para médicos, enfermeiros, hospitais… Se estivesse tudo realmente bem na saúde, não deveriam as estatísticas relativamente ao cancro, à obesidade infantil, à depressão ou à ansiedade crónica melhorar ao invés de virem diariamente exacerbadas? Há trinta anos o cancro assustava. Havia uma cancrofobia. Hoje, os números são avassaladores e não há família que não conheça de muito perto o flagelo. Estes números é que são a verdadeira evidência científica. Urge, pois, mudar o paradigma… Não deveriam os profissionais de saúde serem “professores”, ensinando à população como evitar o aparecimento das enfermidades, contrariamente a somente prescrever tratamentos meramente paliativos, sem atuar na verdadeira causa dos problemas?

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