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Excurso Sobre El Idealismo Trascendental

de Edith Stein
idioma: espanhol
Editor: Ediciones Encuentro, S.A., agosto de 2005 ‧
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La tensión más básica entre la filosofía moderna y pre-moderna no fue tanto entre la fenomenología como tal y la escolástica, sino entre el idealismo de Husserl y el realismo de los escolásticos. A pesar de su respeto a su `querido maestro`, santa Teresa Benedicta (Edith Stein] no aceptó todas sus teorías. Se opuso al idealismo de Husserl en varios lugares de Potencia y acto, pero fue principalmente en eláExcurso sobre el Idealismo Trascendentaládonde ordenó sus objeciones con el mayor esmero; esta sección tiene unidad y puede leerse como capítulo independiente de su contexto enáPotencia y Acto.

Excurso Sobre El Idealismo Trascendental

de Edith Stein

Propriedade Descrição
ISBN: 9788474904222
Editor: Ediciones Encuentro, S.A.
Data de Lançamento: agosto de 2005
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 48
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas
EAN: 9788474904222

SOBRE O AUTOR

Edith Stein

«Eu, Edith Stein, nasci em Breslau, em 12 de outubro de 1891, e sou filha do falecido comerciante Siegfried Stein e sua esposa, Auguste Courant. Sou cidadã prussiana e judia. Da Páscoa de 1897 até à Páscoa de 1906, frequentei a Escola Viktoria, em Breslau, e da Páscoa de 1908, até à Páscoa de 1911, segui a formação do Realgymnasium da mesma escola, onde, mais tarde, prestei os exames finais e fui aprovada. Na Páscoa de 1915, com um exame adicional de Grego, obtive, em Breslau, o certificado de conclusão de um Gymnasium humanístico, o St. Johannesgymnasium. Estudei na Universidade de Breslau, a partir da Páscoa de 1911 até à Páscoa de 1913, e, em seguida, por um período de quatro semestres, estudei Filosofia, Psicologia, História e Germanística, na Universidade de Göttingen. Em janeiro de 1915, em Göttingen, realizei o exame oficial pro facultate docendi, em Propedêutica Filosófica, História e Alemão. No final daquele semestre, interrompi os meus estudos e, por um período, prestei serviços à Cruz Vermelha. De fevereiro a outubro de 1916, substituí um professor doente e afastado da atividade de ensino em Breslau. Mudei-me depois para Friburgo, com o objetivo de trabalhar como assistente do Senhor Professor Husserl.»
Em 1922, converteu-se à Igreja católica. Entrou para o Carmelo em 1933, onde recebeu o nome de Teresa Benedita da Cruz. Presa pela Gestapo em 1942, morreu na câmara de gás de Auschwitz. Foi beatificada em 1987 e canonizada em 1988, por São João Paulo II.

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