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Una Investigación Sobre El Estado

de Edith Stein
idioma: espanhol
Editor: Editorial Trotta, S.A., outubro de 2019 ‧
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A la esencia del Estado no le pertenece como tal el tener como fundamento un pueblo, ni varios, ni una etnia, ni una nación, ni ocupar un territorio. Ni siquiera el estar constituido por seres humanos, como tampoco la promoción irrestricta de la justicia ni la salvaguarda de la moralidad. Todos estos rasgos pueden verificarse en los Estados de hecho existentes, y algunos de ellos son incluso deseables. Pero desde una consideración a priori del Estado no le pertenecen de manera estructural. No hay contradicción en la idea de un orbe de espíritus personales puros, incluso de espíritus malignos, estatalmente constituidos. Entonces, lo que una ontología fenomenológica del Estado descubre es, según Edith Stein, una colectividad de personas con características propias de una comunidad y que se rige por un único principio: la soberanía. Esta es la tesis principal de Una investigación sobre el Estado (1925). Articulado en esfera de poder y ámbito de dominio, el Estado es en realidad la unidad de las dos cosas. Distintivo suyo es su poder de autoconfiguración, que se expresa en la facultad exclusiva de sentar derecho. En la prerrogativa de ser sujeto y objeto del derecho positivo se recogen los tres poderes reconocidos modernamente al Estado, se pueden configurar formas diversas de Estado y se obliga el Estado mismo a limitar su autonomía en provecho de la libertad de las personas.

Una Investigación Sobre El Estado

de Edith Stein

Propriedade Descrição
ISBN: 9788498798067
Editor: Editorial Trotta, S.A.
Data de Lançamento: outubro de 2019
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788498798067

SOBRE O AUTOR

Edith Stein

«Eu, Edith Stein, nasci em Breslau, em 12 de outubro de 1891, e sou filha do falecido comerciante Siegfried Stein e sua esposa, Auguste Courant. Sou cidadã prussiana e judia. Da Páscoa de 1897 até à Páscoa de 1906, frequentei a Escola Viktoria, em Breslau, e da Páscoa de 1908, até à Páscoa de 1911, segui a formação do Realgymnasium da mesma escola, onde, mais tarde, prestei os exames finais e fui aprovada. Na Páscoa de 1915, com um exame adicional de Grego, obtive, em Breslau, o certificado de conclusão de um Gymnasium humanístico, o St. Johannesgymnasium. Estudei na Universidade de Breslau, a partir da Páscoa de 1911 até à Páscoa de 1913, e, em seguida, por um período de quatro semestres, estudei Filosofia, Psicologia, História e Germanística, na Universidade de Göttingen. Em janeiro de 1915, em Göttingen, realizei o exame oficial pro facultate docendi, em Propedêutica Filosófica, História e Alemão. No final daquele semestre, interrompi os meus estudos e, por um período, prestei serviços à Cruz Vermelha. De fevereiro a outubro de 1916, substituí um professor doente e afastado da atividade de ensino em Breslau. Mudei-me depois para Friburgo, com o objetivo de trabalhar como assistente do Senhor Professor Husserl.»
Em 1922, converteu-se à Igreja católica. Entrou para o Carmelo em 1933, onde recebeu o nome de Teresa Benedita da Cruz. Presa pela Gestapo em 1942, morreu na câmara de gás de Auschwitz. Foi beatificada em 1987 e canonizada em 1988, por São João Paulo II.

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