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Ex-Voto

Poems Of Adelia Prado

de Adélia Prado
idioma: inglês
Editor: Tupelo Press, Incorporated, agosto de 2013 ‧
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"Adélia Prado’s most recent collection of poems, once more in Ellen Doré Watson’s superbly energetic and natural English, is nothing like any poetry I know in our present moment. Her humor, her dancing solidity, her joy in being alive ¿ I think back to Chaucer, and the poems of Grace Paley. Prado is similarly voluble, playful, down to earth, and cheerful; and she seems to have an uncannily easy-going, even merry relationship with God and all his family. She has given us a perfectly crystalline ex-voto."¿Jean Valentine. Ex-Voto is the second collection of Prado’s poetry translated by Ellen Doré Watson. Their previous collaborative volume, The Alphabet in the Park: Selected Poems (Wesleyan University Press, 1990), was abundantly praised: "The life captured in Prado’s poems is convulsive: from a dark corner of despair she can rocket to pure joy in one line… This is poetry at its hottest and most naked…"¿James Tate

Ex-Voto

Poems Of Adelia Prado

de Adélia Prado

Propriedade Descrição
ISBN: 9781936797301
Editor: Tupelo Press, Incorporated
Data de Lançamento: agosto de 2013
Idioma: Inglês
Dimensões: 139 x 217 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 138
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Poesia
EAN: 9781936797301

SOBRE O AUTOR

Adélia Prado

Adélia Prado nasceu em Divinópolis, Minas Gerais, em 1935, onde reside até hoje. A sua formação é em Magistério e Filosofia. Em 1976, publicou Bagagem. O ano de 1978 marca o lançamento de O coração disparado, que é agraciado com o Prémio Jabuti. Estreia-se em prosa no ano seguinte, com Solte os cachorros, e logo depois publica Cacos para um vitral. Em 1981 lança Terra de Santa Cruz. Os componentes da banda é publicado em 1984 e, a seguir, O pelicano e A faca no peito. Em 1991 é publicada a sua Poesia reunida. Em 1994, após anos de silêncio poético, ressurge com o livro O homem da mão seca. Em 1999 são lançados Manuscritos de Felipa, Oráculos de maio e a sua Prosa reunida. Em 2010 recebeu o Prémio Literário da Fundação Biblioteca Nacional e o Prémio da Associação Paulista dos Críticos de Arte. Em junho de 2024 foi-lhe atribuído o Prémio Machado de Assis e o Prémio Pessoa.

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