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Evocação das Águas

de Lília Tavares; Ilustração: Carmo Pólvora
Editor: Seda Publicações, novembro de 2015 ‧
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«Ao longo do livro, a autora usa tantas vezes a palavra água como a palavra silêncio. Assim, este livro podia chamar-se: A evocação do silêncio. Se as águas são o meio, o silêncio é fim, é foz.
"O amor há-de tocar os sinos do silêncio", diz. É a metáfora da explosão silenciosa a que aspira por dentro, o repique dos sinos a calar os gritos interiores, a paz do encontro ou do reencontro, o desaguar das ternuras.
A poesia da Lília é como um saco de chá aromático. Para sabermos da sua força, foi preciso evocar água bem quente sobre as suas palavras, e perceber esta ligação espiritual à natureza como uma procura incessante de paz.

"Há águas que têm colo e dão descanso. (...) Quero viver hoje na tranquilidade das águas"»

(João Morgado, escritor)

Evocação das Águas

de Lília Tavares; Ilustração: Carmo Pólvora

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898735201
Editor: Seda Publicações
Data de Lançamento: novembro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 178 x 248 x 12 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 106
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789898735201

SOBRE O AUTOR

Lília Tavares

Lília Tavares, nascida em Sines, traz consigo o marulhar das águas nas areias da costa alentejana.
Começou a escrever textos poéticos aos treze anos enquanto estudante, inserida num contexto académico em que fervilhavam ideais e de onde saíram vários intelectuais do Baixo Alentejo, como António Guerreiro e José António Falcão. Influenciada por este último, começou a divulgar a sua poesia no então Jornal de Setúbal e a colaborar nos primeiros números do Jornal dos Poetas & Trovadores.
Foi na livraria Tanto Mar, propriedade do poeta Al Berto, que comprou os primeiros livros de poesia.
Em 1979 editou em Santiago do Cacém, Fusão Crepuscular e outros poemas.
Mestrada em Psicologia Clínica no ISPA, em 1988 alcançou o 1º e o 2º prémios de Poesia da AEIspa.
Volta a publicar a solo em 2013: Parto com os Ventos (Kreamus), seguido de Evocação das Águas (Seda Publ., 2015), Sem Luar |haicais| (Temas Originais, 2015), Nomes Da Noite (Col. A Água e a Sede, #2, Modocromia, 2019) e Bailarinas de Corda (Poética Ed, 2019).
Participa em coletâneas de Poesia em Portugal, Espanha (Galiza e Extremadura), Suíça e Roménia, algumas de âmbito solidário, assim como a sua poesia é referenciada em publicações temáticas e homenagens a outros poetas.
A pedido de artistas plásticos, entra com poesia em catálogos de exposições.
Em abril de 2010 cria no Facebook, a Página Quem lê Sophia de Mello Breyner Andresen, de divulgação diária de Poesia, da qual é coautora com Carlos Campos. Organiza e participa em eventos poéticos.
A Timidez das Árvores é o seu 7º livro de poesia a solo, prefaciado por António Vilhena. Este título inaugura uma coleção, Mão de Semear, na promessa de uma presença regular, na Editora Modocromia.
A autora é casada e mãe de dois queridos filhos adultos.

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