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Evaristo Carriego

de Jorge Luis Borges
Editor: Quetzal Editores, Janeiro de 2024 ‧
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Evaristo Carriego, poeta do bairro de Palermo, nos arrabaldes de Buenos Aires — o mesmo em que Jorge Luis Borges cresceu —, bairro de brigas e boémia de facas na liga, de milongas e tangos dançados por homens, foi criado pelo subúrbio e, por sua vez, recriou o subúrbio. Publicou, durante a sua curta vida, um único livro de poemas, Misas herejes (1908), em que praticou vinte e sete tipos de versificação e de que se destacam os poemas «El alma del suburbio», «El guapo» e «En el barrio».

Antes de morrer, aos 29 anos, deixou preparados os poemas que vieram a integrar a edição póstuma (1913) de La canción del barrio. Figura muito popular, conhecida pelas suas composições sentimentais e irónicas, terá sido o primeiro observador dos bairros pobres argentinos. Borges, que o conheceu pessoalmente, transforma-o em personagem desta sua biografia publicada em 1932.

«Borges é indiscutivelmente a grande ponte entre o modernismo e o pós-modernismo na literatura mundial.»
David Foster Wallace

«O universalismo de Borges é um modo de estar em contacto com os grandes ventos que sopram do coração das coisas.»
George Steiner

«Borges é o escritor de língua espanhola mais importante desde Cervantes.»
Mario Vargas Llosa

Evaristo Carriego

de Jorge Luis Borges

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897226106
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: Janeiro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 201 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897226106
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Jorge Luis Borges

Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires, em 1899. Cresceu no bairro de Palermo, «num jardim, por detrás de uma grade com lanças, e numa biblioteca de ilimitados livros ingleses».
Em 1914 viajou com a família pela Europa, acabando por se instalar em Bruxelas, e posteriormente em Maiorca, Sevilha e Madrid. Regressado a Buenos Aires, em 1921, Borges começou a participar ativamente na vida cultural argentina.
Em 1923, publicou o seu primeiro livro — Fervor de Buenos Aires — mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, seguido por inúmeros outros. A par da poesia, Borges escreveu ficção (é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve), crítica e ensaio, géneros que praticou com grande originalidade e lucidez.
A sua obra é como o labirinto de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes e os grandes temas universais: o tempo, «eu e o outro», Deus, o infinito, o sonho, as literaturas perdidas, a eternidade — e os autores que deixam a sua marca.
Foi professor de literatura e dirigiu a Biblioteca Nacional de Buenos Aires entre 1955 e 1973.
Morreu em Genebra, em junho de 1986.

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