Eu Via Satanás Cair do Céu Como Um Raio

de René Girard
Editor: Instituto Piaget, abril de 2003 ‧
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“Obrigado, meu Pai, por revelares aos pequeninos o que escondeste aos sábios e aos inteligentes”. Depois, os sábios e os inteligentes vingaram-se: à força de pisarem os Evangelhos, fizeram deles uma pilha de excertos e bocados demasiado heteróclita para significar fosse o que fosse... Mas não será sua a última palavra! René Girard pensa, tal como Simone Weil, que os Evangelhos são uma teoria do Homem antes de ser uma teoria de Deus. Um mapa das violências, onde o orgulho e a inveja encerram a Humanidade. Descobrir esta teoria do Homem e aceitá-la, é dar vida aos grandes temas evangélicos relativos ao Mal, esquecidos e abandonados pelos crentes – de Satanás ao Apocalipse. É, de igual modo, ressuscitar a ideia da Bíblia como sendo toda ela profética de Cristo. Assim, os Evangelhos, longe de serem “um mito semelhante a todos os outros”, tal como se repete a bel-prazer desde há dois séculos, seriam a chave de toda a Mitologia do passado, e do futuro, da História inaudita que nos espera.

Eu Via Satanás Cair do Céu Como Um Raio

de René Girard

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727716227
Editor: Instituto Piaget
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 232 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Coleção: Crença e Razão
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Ciência e História das Religiões
EAN: 9789727716227
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

René Girard

René Girard nasceu em 25 de dezembro de 1923, em Avignon, França. Antigo aluno da École des Chartes, fez toda a sua vida académica nos Estados Unidos da América como professor de Literatura Comparada; primeiro, na Universidade John Hopkins e, depois, na Universidade de Stanford, onde terminaria a sua carreira como professor emérito.
O inventor da teoria mimética, foi filósofo, antropólogo, historiador, crítico literário e teólogo, e a sua descoberta do carácter mimético do desejo permitiu-lhe lançar as bases para a criação de uma nova antropologia, definindo-se a si mesmo como um antropólogo da violência e da religião.
Teórico literário e antropólogo, é autor de inúmeros ensaios traduzidos no mundo inteiro: Mentira Romântica e Verdade Romanesca (1961), La Violence et le sacre (1972), Coisas Ocultas desde a Fundação do Mundo (1978), O Bode Expiatório (1982), La Route antique des hommes pervers (1985), Eu Via Satanás Cair do Céu Como Um Raio (1999) e Achever Clausewitz (2007).
Em 2005, foi eleito membro da Academia Francesa, altura em que Michel Serres o apelidou de «o novo Darwin das ciências humanas».
René Girard morreu em Stanford, em 4 de novembro de 2015.

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