Ética a Nicómaco

de Aristóteles
Editor: Quetzal Editores, junho de 2009 ‧
Ética a Nicómaco trata da felicidade como projecto essencial do ser humano. Das virtudes, da sensatez, do que se pode e do que se deve fazer. Trata da possibilidade de se existir de acordo com as escolhas que fazemos. De se ser autónomo, de viver com gosto. Trata da procura do prazer pelo prazer - e do prazer pela honra. Da justiça. Das formas de vida que levam à felicidade. Da procura do amor. É um livro fundamental para a cultura do ocidente.

Ética a Nicómaco

de Aristóteles

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725648032
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: junho de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 235 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Moral e Ética
EAN: 9789725648032
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Imperdivel

Francisco Pereira

Obra absolutamente fundamental, deveria ser leitura obrigatória para muita gente com responsabilidades, com a proverbial lógica aristotélica serve-se um comentário extraordinário e intemporal sobre a ética e sobre a justeza do bem proceder.

Que complicação

Miúda sonhadora

Muito difícil a leitura mas com mensagem reflexivas interessantes. A edição é bonita

Importante conhecer

Maria Teresa Meireles

Um clássico da filosofia e da ética, um livro que marcou muitos dos pensadores actuais e que mantém, por isso, a sua força e actualidade.

Obra Clássica

Pedro Ramos

Este livro marca a primeira abordagem do Homem ao carácter do indivíduo enquanto elemento fundamental da busca pela excelência que, segundo Aristóteles, levará a alcançar a felicidade. Aristóteles introduziu ao mundo, mais de 300 anos a.C., ideias que têm aplicação prática na actualidade. Desde a distinção entre perícia e virtude, ao florescimento individual e posterior capacidade de aplicar a sabedoria desenvolvida (Phronesis), o carácter de cada um de nós é definido pelo autor como o princípio da construção da ética. Deixo uma crítica a esta edição que, apesar de muito clara e completa, peca, na minha opinião, por traduzir a ideia de virtudes para excelências quando Aristóteles é conhecido pela sua Teoria da Virtudes e "excelência" (Aretê) é o estado máximo de desenvolvimento das virtudes que o Homem pode alcançar. De qualque forma, classifico esta obra com a pontuação máxima devido à centralidade destas ideias na busca pelo sucesso, bem-estar e compreensão do comportamento humano.

Excelente!

Leonor Lobo

Um livro que nos abre horizontes sobre o mundo da ética! Uma análise minuciosa sobre o que a mesmas é e todos os valores que estão ligados a ela! Recomendo a leitura para qualquer pessoa que queira aprofundar os seus conhecimentos sobre o homem e aquilo que a ciência não explica, os nossos valores.

Recomendado

Mel

Todos, independentemente de gostarem ou não de Filosofia, Ética e/ou História da Política, deviam ler esta obra nem que fosse um ou dois capítulos. Aristóteles baseia-se na sua teoria de que o ser humano é um animal naturalmente social e encara a política como um processo normal dessa natureza. Um bom livro para aprendermos, também, sobre o pensamento grego e como este influenciou a cultura ocidental.

Tratado de Ética indispensável.

Seb

É um tratado de ética indispensável para todos os estudiosos da área. Dedicada ao aprendiz Nicómaco é uma obra baseada em vários discursos feitos por Aristóteles aos seus alunos e pretende estudar a ideia de felicidade (Eudaimonia).

Fundamental

MBT

Ética a Nicómaco surge como um livro importantíssimo na história da filosofia, sendo um elemento fundamental na biblioteca de qualquer interessado na área. A versão em concreto, é uma boa e fiel tradução em português, acabando por ser um ótimo livro de estudo e de trabalho.

A verdade sobre a felicidade

A.S.

Este livro fala-nos sobre, amor, amizade e felicidade. Em que Aristóteles revela a conclusão de que a felicidade não existe, mas sim momentos de felicidade. A felicidade plena, depende de possuirmos tudo aquilo que desejamos e como humanos que somos, queremos sempre algo mais. Interessante e profunda leitura filosófica. Recomendo

SOBRE O AUTOR

Aristóteles

Aristóteles nasceu em Estagira, na Calcídica. Apesar de ser da Macedônia, o grego era o idioma falado. Era filho de Nicômaco, amigo e médico pessoal do rei macedônio Amintas II, pai de Filipe II da Macedônia e avô de Alexandre, o Grande. É provável que o interesse de Aristóteles por biologia e fisiologia decorra da atividade médica exercida pelo pai. Com cerca de 16 ou 17 anos partiu para Atenas, maior centro intelectual e artístico da Grécia. Como muitos outros jovens de seu tempo, foi para lá prosseguir os estudos. Duas grandes instituições disputavam a preferência dos jovens: a escola de Isócrates, que visava preparar o aluno para a vida política, e Platão e sua Academia, com preferência à ciência (episteme) como fundamento da realidade. Apesar do aviso de que, quem não conhecesse Geometria ali não deveria entrar, Aristóteles decidiu-se pela Academia platônica e nela permaneceu 20 anos, até 347 a.C., ano que morreu Platão. Com a morte de grande mestre e com a escolha do sobrinho de Platão, Espeusipo, para a chefia da Academia, Aristóteles partiu para Assos com alguns ex-alunos. Dois fatos parecem se relacionar com esse episódio: Espeusipo representava uma tendência que desagradava imensamente Aristóteles, isto é, a matematização da filosofia; e Aristóteles ter-se sentido preterido (ou rejeitado), já que se julgava o mais apto para assumir a direção da Academia. Em Assoo, Aristóteles fundou um pequeno círculo filosófico com a ajuda de Hérmias, tirano local e eventual ouvinte de Platão. Lá ficou por três anos e casou-se com Pítias, sobrinha de Hérmias. Assassinado Hérmias, Aristóteles partiu para Mitilene, na ilha de Lesbos, onde realizou a maior parte de suas famosas investigações biológicas. No ano de 343 a.C. chamado por Filipe II, tornou-se precetor de Alexandre, função que exerceu até 336 a.C., quando Alexandre subiu ao trono. Neste mesmo ano, de volta a Atenas, fundou o «Lykeion», origem da palavra Liceu cujos alunos ficaram conhecidos como peripatéticos (os que passeiam), nome decorrente do hábito de Aristóteles de ensinar ao ar livre, muitas vezes sob as árvores que cercavam o Liceu. Ao contrário da Academia de Platão, o Liceu privilegiava as ciências naturais. Alexandre mesmo enviava ao mestre exemplares da fauna e flora das regiões conquistadas. Seu trabalho cobria os campos do conhecimento clássico de então: filosofia, metafísica, lógica, ética, política, retórica, poesia, biologia, zoologia, medicina e não só estabeleceu as bases de tais disciplinas quanto sua metodologia científica. Aristóteles dirigiu a escola até 323 a.C., pouco depois da morte de Alexandre. Os sentimentos antimacedônios dos atenienses voltaram-se contra ele que, sentindo-se ameaçado, deixou Atenas afirmando não permitir que a cidade cometesse um segundo crime contra a filosofia (alusão ao julgamento de Sócrates). Deixou a escola aos cuidados de seu principal discípulo, Teofrasto (371 a.C. - 287 a.C.) e retirou-se para Cálcis, na Eubéia, onde morreu no ano seguinte.

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