Esfolado Vivo

de Edmund White
Editor: Difel, março de 2006 ‧

Prémio de Literatura da American Academy and Institute of Arts and Letters 1983
National Book Critics Circle Award 1994

Nesta sua obra, Edmund White inventa um novo vocabulário da diferença que não é apenas entre gay e heterossexual, embora o autor a defina melhor do que qualquer outro escritor actual. Muito bem escritos, estranhamente observadores e por vezes divertidos, eróticos e dilacerantes, estes contos são brilhantes fragmentos de sensibilidade e de experiência, de um dos melhores escritores do nosso tempo.
São nove textos que não deixam o leitor indiferente, informados por uma melancólica capacidade de recordação, por uma irresistível carga de descoberta erótica impiedosamente honesta, de uma soberba construção e profunda inteligência humana, sinais das alegrias e tristezas de toda a nossa existência.

«Nove contos de Edmund White. Galardoado com numerosos prémios literários, White destaca-se por usar um novo vocabulário da diferença e por ser um extraordinário observador. Os seus contos são "brilhantes fragmentos de sensibilidade e experiência" e, por vezes, estranhos, divertidos, eróticos e dilacerantes.»
Jornal de Letras

Esfolado Vivo

de Edmund White

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722904421
Editor: Difel
Data de Lançamento: março de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 233 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Coleção: Literatura Estrangeira
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722904421
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Edmund White

Edmund White, que viveu em Paris durante dezasseis anos, vagueia agora pelas suas ruas, avenidas e cais, levando-nos a locais totalmente desconhecidos dos turistas e até de muitos parisienses. A entrada no Marais evoca a história dos Judeus em França, uma visita ao Haynes Grill relembra a presença - festiva e problemática - dos negros americanos durante século e meio. Homossexuais, artistas decadentes e até a realeza, passada e presente, são todos submetidos ao escrutínio do flâneur.

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