Escutar os Mortos com os Olhos
Editor:
Tinta da China, junho de 2025 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
SINOPSE
A partir de um curso sobre as funções da escrita nas culturas europeias, entre o fim da Idade Média e a actualidade, e com um verso de Quevedo no título, o reconhecido historiador francês Roger Chartier preparou este livro que nos coloca perante o tempo extenso de uma modernidade «que possivelmente se desfaz diante dos nossos olhos».
Seguindo os passos da história do livro, da história dos textos e da história da cultura escrita, o autor esforça-se por compreender aqui o lugar que a escrita ocupou na produção dos saberes, na troca de emoções e sentimentos, nas relações que os homens mantiveram uns com os outros, consigo próprios ou com o sagrado.
Seguindo os passos da história do livro, da história dos textos e da história da cultura escrita, o autor esforça-se por compreender aqui o lugar que a escrita ocupou na produção dos saberes, na troca de emoções e sentimentos, nas relações que os homens mantiveram uns com os outros, consigo próprios ou com o sagrado.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896719548 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | junho de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 125 x 201 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 72 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História em Geral
|
| EAN: | 9789896719548 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Excelente estreia
Sandra
Este pequeno volume estreia uma nova colecção da Tinta da China, intitulada «A história é um espertador do entendimento», uma frase de João de Barros. O volume reúne lições de Roger Chartier no Collège de France sobre a história do livro e da escrita na modernidade europeia, mas acaba por ser sobre o fazer da história enquanto disciplina.
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