Escrita Perecível

de Luís Fernandes
Editor: Edições Afrontamento, fevereiro de 2006 ‧
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Este livro reúne crónicas saídas na imprensa entre meados de 1999 e meados de 2005 em dois jornais: O Comércio do Porto e o Público.

"Nesta Escrita Perecível, com efeito, a ironia e o humor são armas da crítica, são armas de construção de uma solidez que faz transpor a crónica para além do imediato, estabelecendo conexões entre o presente e a possibilidade de construção utópica do futuro, que não se projecta no longo prazo mas é o futuro do próprio presente. A Escrita Perecível não é uma obra de um escriba perecível mas um trabalho que, ao contrário das crónicas dos jornais, convém não perder mas antes reler e reactualizar. Ele não se limita a analisar assuntos de uma actualidade já passada, mas propõe-nos modos de abordagem que ultrapassam a actualidade e são a expressão de uma notável lucidez analítica."
José Alberto Correia, do Prefácio

Escrita Perecível

de Luís Fernandes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723608083
Editor: Edições Afrontamento
Data de Lançamento: fevereiro de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 234 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 124
Tipo de produto: Livro
Coleção: Sociabilidades
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789723608083
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Luís Fernandes

Luís Fernandes nasceu no Porto em 1961. Psicólogo, é professor da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, onde dirigiu durante vários anos o Centro de Ciências do Comportamento Desviante, que lançou em Portugal esta área de especialidade. Foi distinguido em 1998 com o prémio Fernand Boulan da Association Internationale de Criminologues de Langue Française e em 2014 com o Prémio de Excelência Pedagógica da Universidade do Porto. É membro das comissões de ética da Ordem dos Psicólogos e da Universidade do Porto.
Realizou, durante cerca de 20 anos, investigação etnográfica em bairros sociais periféricos conotados com o «mundo da droga». Em meados dos anos 90 ajudaria a fundar o Observatório Permanente de Segurança do Porto, responsável pelos primeiros estudos sistemáticos sobre o sentimento de insegurança no nosso país.
Desde há cerca de uma década redirecionou os seus interesses, desenvolvendo investigação no cruzamento da psicologia corporal com a sociologia do corpo.
Publicou mais de 130 títulos, entre revistas científicas nacionais e internacionais, capítulos em obras coletivas e livros. Com colaboração frequente na imprensa, foi cronista-residente nos jornais O Comércio do Porto e Público. Com o nome literário de João Habitualmente tem mais de dez livros publicados, do diário ao conto, da microficção à poesia. Em 2021, publicou na Contraponto As Lentas Lições do Corpo – Ensaios Rápidos Sobre as Ligações entre o Corpo e a Mente.

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