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Escrita Inkz

de Boaventura de Sousa Santos
Editor: Edições Afrontamento, junho de 2007 ‧
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O livro começa com um anti-manifesto deliberadamente polémico: «A minha geração não produziu nada de novo no domínio das artes. Isto não seria um grande problema se ela tivesse sabido usar produtivamente a esterilidade. Mas não foi o caso». Por isso o exercício poético possível nos dias de hoje deve reconhecer a própria incapacidade como estímulo a formas novas de criação, com base no desenvolvimento de uma Escrita INKZ. Ou seja, aquela que se sabe estruturalmente incompleta, sempre a exigir que os leitores se apropriem de seus instantâneos poéticos, a fim de conferir sentidos alternativos e mesmo opostos aos sugeridos pelo autor.

Escrita Inkz

de Boaventura de Sousa Santos

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723608243
Editor: Edições Afrontamento
Data de Lançamento: junho de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 127 x 241 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 250
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789723608243

SOBRE O AUTOR

Boaventura de Sousa Santos

Professor catedrático na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, nascido em 1940, em Coimbra, é Diretor do Centro de Estudos Sociais (C.E.S.) e da sua revista, a Revista Crítica de Ciências Sociais.
Tem-se debruçado sobre as questões da cidadania, dos modos de produção de poder social, da análise da sociedade portuguesa e da globalização. A crise do modelo civilizacional com um todo, ou, para utilizar as suas palavras, do paradigma da modernidade, é analisada por Boaventura de Sousa Santos nas suas várias dimensões: epistemológica (Um Discurso Sobre as Ciências, 1988 ou Introdução a uma Ciência Pós-Moderna, 1989), política e cultural (Pela Mão de Alice. O Social e o Político na Pós-Modernidade, 1994).
Analisando a sociedade portuguesa, posiciona Portugal naquilo a que chama semiperiferia do sistema mundial.
Debruçando-se sobre as ciências, delineou o paradigma emergente, que será não apenas um paradigma científico mas também um paradigma social, já que surge numa sociedade ela própria revolucionada pela ciência (Um Discurso Sobre as Ciências, 1988).
Em 2001 ganhou o prémio o prestigiado prémio de Ciências Humanas e Educação do Brasil, Jabuti 2001, com a sua obra A Crítica da Razão Indolente: Contra o Desperdício da Experiência.
De salientar que Boaventura de Sousa Santos é o autor do primeiro estudo aturado sobre o sistema judicial português.

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