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Eros, o Amargo e Doce

Um ensaio

de Anne Carson
Editor: Edições 70, novembro de 2024 ‧
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Desde a sua publicação, esta meditação lírica sobre o amor na literatura e na filosofia da Grécia Antiga foi acolhida com inusitado entusiasmo por um público invulgarmente vasto, incluindo classicistas, ensaístas, poetas e leitores em geral. Partindo da invenção por parte da poetisa Safo da palavra «agridoce» para descrever o amor, este livro original e escrito numa prosa deslumbrante propõe uma reflexão abrangente sobre a natureza conflituosa do amor romântico, que é ao mesmo tempo «deprimente» e «um dos nossos maiores prazeres».
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Wook se escreve no Canadá – Parte I

A literatura canadiana espelha a vastidão do país: das distopias de Margaret Atwood ao realismo íntimo de Alice Munro, da visão futurista de William Gibson às fábulas de Yann Martel. Diversa e ousada, reflete identidades, memórias e futuros, fazendo da beleza do Grande Norte um idioma partilhado.
Nesta primeira parte, apresentamos 5 dos mais notáveis escritores canadianos. (*) Margaret Atwood (n. 1939) Arquiteta da distopia e da ficção especulativa
Publicada em mais de 45 países, Margaret Atwood é uma das mais reconhecidas e prolíficas autoras canadianas, com uma obra que transita da distopia e ficção especulativa ao romance histórico, explorando questões de género e identidade, religião e mitos, e ecologia (na trilogia MaddAddam), num estilo irónico e vívido.
O seu romance mais célebre, A História de uma Serva (1985), transporta-nos para Gileade, uma teocracia repressiva numa América do futuro, onde as mulheres férteis, as Servas, privadas dos seus direitos, são forçadas a terem filhos para elite. Transferida para casa do Comandante, a serva Defred recusa-se a esquecer a sua vida anterior, o que a torna subversiva. Esta distopia deu origem a uma aclamada série televisiva coescrita por Atwood. Na sequela Os Testamentos (2019), covencedora do Prémio Booker, a história centra-se em três mulheres, expondo os segredos do regime e a resistência emergente, abrindo caminho à esperança.
Olho de Gato (1988) – narrado em flashbacks, retrata uma pintora controversa para quem a arte é uma marca do passado e uma forma de o superar – e O Assassino Cego – narrativa amarga, Prémio Booker, sobre a inveja entre irmãs e o envelhecimento feminino – são duas das obras mais marcantes e Atwood. COMPRO NA WOOK! » Alice Munro (1931-2024) Mestre do conto contemporâneo
Ao longo de mais de 40 anos, a Nobel da Literatura Alice Munro dissecou tanto o desejo como o lado obscuro da vida quotidiana no Canadá rural. O seu estilo inovador, com progressão não linear e ciclos de contos entrelaçados, transformou o género do conto.
Munro retratou a vida doméstica e os relacionamentos de adolescentes, mulheres e famílias canadianas, com os seus conflitos morais e acontecimentos triviais transformadores, revelando a forma imprevisível como os transcendem. As suas histórias movem-se para trás e para a frente no tempo, e entre a realidade e a memória, captando as reviravoltas os recantos mais íntimos das vidas que descreve.
Na coletânea

Eros, o Amargo e Doce

Um ensaio

de Anne Carson

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724428932
Editor: Edições 70
Data de Lançamento: novembro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 136 x 211 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 220
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789724428932

Eros Amargo e Doce

AS

Anne Carson, célebre poeta e especialista em estudos clássicos, procura neste livro explicar o conceito de Eros na Antiguidade Clássica, designadamente na Roma Antiga. O que é peculiar é a forma como Eros é retratado como uma experiência simultânea de prazer e dor. Um clássico.

SOBRE O AUTOR

Anne Carson

Anne Carson (21 de junho de 1950) é uma poeta, ensaísta, tradutora e professora de clássicos canadiana. Carson viveu em Montreal vários anos e lecionou na Universidade McGill, na Universidade de Michigan e na Universidade de Princeton, de 1980 a 1987. Foi bolsista do Guggenheim em 1998 e, em 2000, recebeu uma bolsa da MacArthur. Também ganhou um prémio literário Lannan.Em 1986, Carson publicou o seu primeiro livro, Eros the Bittersweet. Nomeado um dos 100 melhores livros de não-ficção de todos os tempos pela Biblioteca Moderna, o livro traça o conceito de "eros" na Grécia antiga através das suas representações na poesia da época. Carson considera seriamente como os desejos triangulares e miméticos foram representados na poesia de Safo, bem como a relação de Eros com a solidão. Famosamente, Carson analisa o Fragmento 31 de Safo como representando "eros como adiado, desafiado, obstruído, com fome, organizado em torno de uma ausência radiante - para representar eros como falta".

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