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Entre os Bosques e a Água

A pé até Constantinopla: Do Médio Danúbio às Portas de Ferro

de Patrick Leigh Fermor
Editor: Tinta da China, agosto de 2026 ‧
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O caminho que levou o autor a pé até à Hungria em tempo de dádivas, prossegue até à Bulgária, às portas do Islão

Em 1933, com 18 anos, Patrick Leigh Fermor decidiu atravessar a Europa a pé, rumo a Constantinopla. Uma viagem que só terminou em 1935 e que nunca poderia caber num só livro.

Aqui encontramos o viajante no ponto onde tinha sido interrompido em Tempo de Dádivas, o primeiro volume — uma ponte sobre o Danúbio. De novo com os leitores, desce o rio até Budapeste, atravessa a cavalo a Grande Planície Húngara, transpõe a fronteira da Roménia para visitar a Transilvânia, descobre a beleza selvagem dos Cárpatos a caminho das Portas de Ferro e dos Balcãs, onde este segundo volume termina.

Pelo caminho, vê castelos e lobos, convive com condes e ciganos, confronta-se com línguas, facções religiosas e uma Europa em transformação, e constrói a obra-prima de uma vida.

«Um dos mais importantes autores da literatura de viagens […] uma evocação extraordinariamente complexa e subtil de um lugar que já não existe.»
Jan Morris, Introdução

Entre os Bosques e a Água

A pé até Constantinopla: Do Médio Danúbio às Portas de Ferro

de Patrick Leigh Fermor

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895950287
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: agosto de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 130 x 185 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 360
Tipo de produto: Livro
Coleção: Coleção de Viagens
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Literatura de Viagem
EAN: 9789895950287

SOBRE O AUTOR

Patrick Leigh Fermor

Patrick Leigh Fermor nasceu em 1915, em Londres. aos dezoito anos decidiu ir a pé até Constantinopla, a partir de uma pequena cidade da Holanda. Foi essa viagem que deu origem ao livro Tempo de Dádivas (1977), que o consagrou como um dos grandes escritores de viagens do século XX. Escreveu ainda, entre outros, The Traveller’s Tree (1950), Tempo de Silêncio (1957), Mani (1958), Roumeli (1966) e Between the Woods and the Water (1986). Em 1939, Fermor alistou-se no exército irlandês e foi combater na Grécia, vivendo dois anos disfarçado de pastor nas montanhas de Creta, onde organizava a resistência à ocupação germânica, acabando por receber duas importantes condecorações militares britânicas. Os seus livros foram galardoados com vários prémios literários: Heinemann Foundation Prize for Literature; WH Smith Literary award; Lifetime achievement award (British Guild of travel Writers); Thomas Cook travel award; Duff Cooper Memorial Prize. Foi ainda distinguido como Cavaleiro da Ordem das artes e das Letras (França) e Comandante da Ordem da Fénix (Grécia). Em 2014, foi criada a Patrick Leigh Fermor Society. A partir de 1968, viveu entre a Grécia e Worcestershire, em Inglaterra, onde morreu em 2011, aos 96 anos.

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