Entre o Céu e a Terra
Editor:
Documenta, maio de 2024 ‧
ver detalhes do produto
12,60€
10% DESCONTO
IMEDIATO
ZDNrM1FsQm1aMGQwTDBOeWMwSnZPSGRoTWxkNlRHNXhaVVp4VVZNeU1sVkRhVkJ5ZW1WaVJVZElia0VyV1ZsVmQxTnpaMDEzWjNOUmJVY3hhVFV4YUdSeEswVTVUMXAwT1UxWFEzSmhXV2xDUnpsRVNETTJXVTF6TkZKM1ZqUlpZakJ0YVZoblZtcGlTbFZGZFRORGJqZG5ZeTkxWm5oaFVEUlJiaXRIY2tVeE5FRnlTWGs0TWpsaGR6TmtRaTlyVEVVeFZFbG1jVXhLU0hVMU4xVmtXRlpSYTFJMk0xaFdiVVZEU21abmJ6TndRbWszVGxWRk9WaHdSbnByTjFkeVFXeFRNamNyTDBadlptMXFlalV4WkZFMWNIbGFOM05zYkZOMmRYSndVVnBpYzNCNGJGcHFRbE5UTHpaUVpWaG5TWG93YlhWcGFUaFJObko1ZDB0NFVrTjFjSFZ4YUdoa1ZreExXbFUyYW1NM2JHdGhURlZtZVRBclYyaExWbU5XV2tsUWNtVkJlVTQzTVVOMFRtcHNPRXRTV2s5bmFDOXdNRFZwVkRKUE5WZG9iMmdyWkV4SlowMVVkamh5Yml0eFRubENRVVJVU2tsa1IwMXFlV3hVTUc0d2NFZDFPRkp3VmtoMFZGQk5kRlZvV0VOYU1rcGtWV1lyVG5kSVUxUndRVWROVVcxcmJHRlFTV015UTNZMlZFRmhSaXRSVmtKNk1FRm1ja3hyV1dkMlR5dDJjM2RIYkM5YU0zbDVia3B4Wmt0WmVrcFJVbmxQYW1JdlNXVTNNa3gzVFRkV2FsRXlVRzVMSzBOUFowNW9OeTlZTUhkb01FVlFSM0pDTnpCVVQybFdNbXRLVG04eUwxWmpLMjFKY1hCa1UwaEZSMjkyUVdVMmIyWmhTR3RrV0ZWdlpGSmxRak5TYlRadldEQk5ZVVJIT1hGeFREUlNTVkZLVFhaUFpYQjJVbFJIY1doQlVWUjJOREJqVFcxdFpHOUVSazVTZW5GTVExcG5PVmx6OncyL01EWDg4UHJnVHdydzduL0FHVlE9PQ==
EM STOCK
-
Venda o seu livro
SINOPSE
Rui Chafes: «Luz e trevas são a mesma coisa, em ambas reside a mesma energia. Quem possui ouro no seu âmago tem de aprender a trabalhar com ele, para que as outras pessoas consigam ver que, por trás da aparente escuridão, existe um ser de luz, um ser luminoso. A luz vem das trevas, pois é aí que nasce a luz.»
Reunindo a autobiografia do escultor (tão exacta quanto a memória o permite) e o registo de uma sua conferência, Entre o Céu e a Terra testemunha uma posição no mundo e, ao mesmo tempo, a dificuldade de resistir, sem nunca desistir.
Também a resistência poética que uma obra oferece, inclusivamente ao seu próprio autor, é a medida da sua qualidade. Uma obra de arte exige trabalho e esforço do público, não pode ser apenas mais um sedutor espectáculo para preguiçosos. Ela não deve menosprezar o espectador, tem de o ajudar a defender a sua dignidade nesta era de massificação, banalização, frivolidade, superficialidade, efemeridade mediática, consumismo desenfreado e sensacionalismo que espelham a vacuidade dos desígnios desta civilização do espectáculo que nos habituámos a aceitar com passiva indiferença.
Na esterilidade deste vazio, não se pode desistir de procurar a beleza e a verdade. Há que densificar o trabalho, para que possa existir espírito e pensamento. Será necessário instaurar pontos ásperos, baços, rugosos, e foscos num mundo escorregadio, brilhante e digital.
Reunindo a autobiografia do escultor (tão exacta quanto a memória o permite) e o registo de uma sua conferência, Entre o Céu e a Terra testemunha uma posição no mundo e, ao mesmo tempo, a dificuldade de resistir, sem nunca desistir.
Também a resistência poética que uma obra oferece, inclusivamente ao seu próprio autor, é a medida da sua qualidade. Uma obra de arte exige trabalho e esforço do público, não pode ser apenas mais um sedutor espectáculo para preguiçosos. Ela não deve menosprezar o espectador, tem de o ajudar a defender a sua dignidade nesta era de massificação, banalização, frivolidade, superficialidade, efemeridade mediática, consumismo desenfreado e sensacionalismo que espelham a vacuidade dos desígnios desta civilização do espectáculo que nos habituámos a aceitar com passiva indiferença.
Na esterilidade deste vazio, não se pode desistir de procurar a beleza e a verdade. Há que densificar o trabalho, para que possa existir espírito e pensamento. Será necessário instaurar pontos ásperos, baços, rugosos, e foscos num mundo escorregadio, brilhante e digital.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895681426 |
| Editor: | Documenta |
| Data de Lançamento: | maio de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 170 x 210 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 64 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Escultura
|
| EAN: | 9789895681426 |