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Émile Et Sophie Ou Les Solitaires (Édition Par Frédéric S. Eigeldinger)

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: francês
Editor: HONORE CHAMPION, abril de 2007 ‧
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Oeuvre inachevée, Émile et Sophie n'en constitue pas moins une entité. C'est le roman expérimental de l'Émile. Rousseau veut mettre ses deux élèves à l'épreuve de la nécessité pour vérifier leur liberté intérieure devant les tracas de la vie sociale ou les aléas de l'existence. Comment vont-ils assumer l'une un adultère malgré elle, l'autre une rupture dont il se sent victimeoe Les réponses nous sont données par Émile à travers deux lettres à son précepteur, dans lesquelles il retrace le cheminement de ses émotions, de ses égarements, et explique comment sa sagesse s'est exercée à les dominer. Même s'il n'a jamais terminé son roman, bien qu'il en ait été tenté jusqu'à ses derniers jours, Rousseau a dû s'estimer satisfait d'une conduite évidemment conforme aux préceptes qu'il a enseignés à Émile, puisqu'il a songé à publier le roman tel quel.

Émile Et Sophie Ou Les Solitaires (Édition Par Frédéric S. Eigeldinger)

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9782745315700
Editor: HONORE CHAMPION
Data de Lançamento: abril de 2007
Idioma: Francês
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Coleção: L'Age Des Lumieres Champion
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9782745315700

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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