Em Abril Estórias Mil
Da Ditadura à Liberdade (2ª Edição)
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Edições Colibri, fevereiro de 2024 ‧
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SINOPSE
São estórias que um avô vai contando à neta, focadas no 25 de Abril de 1974. O espaço geográfico central é Santarém, cidade que é abordada em vários aspetos: geografia, património, história e cultura.
É caracterizada a vida miserável numa aldeia próxima de Santarém. São evidenciados: a atividade política da Oposição Democrática, durante a ditadura, bem como o ambiente cultural em que se movimentava; as campanhas eleitorais da CDE (Comissão Democrática Eleitoral), em 1969 e em 1973; as manifestações do 1.º de Maio, em Lisboa, nos anos de 1973 e 1974; as características do regime ditatorial; o drama da Guerra Colonial com que a juventude se confrontava; as prisões efetuadas pela polícia política, assim como os interrogatórios e as torturas; a vida dos presos políticos nas cadeias dos Fortes de Caxias e de Peniche, bem como no Presídio Militar de Santarém; as operações militares do 25 de Abril, evidenciando o desempenho da Escola Prática de Cavalaria de Santarém; a libertação dos presos políticos, em 27 de Abril de 1974; e o início do processo revolucionário.
A censura era uma canga sobre as mentes. A Guerra Colonial era a agonia de séculos de colonialismo. O país era condenado em todas as instâncias. O isolamento afastava-o do Mundo. A guerra era uma carga demasiado pesada para um pequeno país. Engolia boa parte do orçamento, necessária para o bem-estar do povo.
Agudizava-se a crise económica e social. As dificuldades políticas eram imparáveis. O regime não tinha soluções. Encurralara-se num beco. Fechara todas as portas. Caminhava inexoravelmente para o fim.
Acossado, intensificava a repressão. A sanha da polícia política redobrava. Multiplicavam-se as prisões e as proibições. Os presos políticos sofriam torturas horríveis.
É caracterizada a vida miserável numa aldeia próxima de Santarém. São evidenciados: a atividade política da Oposição Democrática, durante a ditadura, bem como o ambiente cultural em que se movimentava; as campanhas eleitorais da CDE (Comissão Democrática Eleitoral), em 1969 e em 1973; as manifestações do 1.º de Maio, em Lisboa, nos anos de 1973 e 1974; as características do regime ditatorial; o drama da Guerra Colonial com que a juventude se confrontava; as prisões efetuadas pela polícia política, assim como os interrogatórios e as torturas; a vida dos presos políticos nas cadeias dos Fortes de Caxias e de Peniche, bem como no Presídio Militar de Santarém; as operações militares do 25 de Abril, evidenciando o desempenho da Escola Prática de Cavalaria de Santarém; a libertação dos presos políticos, em 27 de Abril de 1974; e o início do processo revolucionário.
A censura era uma canga sobre as mentes. A Guerra Colonial era a agonia de séculos de colonialismo. O país era condenado em todas as instâncias. O isolamento afastava-o do Mundo. A guerra era uma carga demasiado pesada para um pequeno país. Engolia boa parte do orçamento, necessária para o bem-estar do povo.
Agudizava-se a crise económica e social. As dificuldades políticas eram imparáveis. O regime não tinha soluções. Encurralara-se num beco. Fechara todas as portas. Caminhava inexoravelmente para o fim.
Acossado, intensificava a repressão. A sanha da polícia política redobrava. Multiplicavam-se as prisões e as proibições. Os presos políticos sofriam torturas horríveis.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895663828 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 215 x 8 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 136 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos |
| EAN: | 9789895663828 |
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