Eles Pensavam que Eram Livres
Os alemães em 1933-1945
SINOPSE
O autor de Eles Pensavam Que Eram Livres escreveu isto no prefácio a uma edição de 1966, altura em que já se tinha constatado pelo menos isto - sempre que as pessoas sentiam a sua liberdade de alguma forma ameaçada, o livro ganhava nova vida. E aqui está ele novamente.
A partir de dez entrevistas conduzidas depois da Segunda Guerra Mundial, quando estava a dar aulas em Frankfurt, Mayer desenvolve um estudo desafiante sobre as vidas dos alemães entre 1933 e 1945. «Os homens com quem conversei eram banais», sublinhou. Mas aderiram ao Partido Nazi e falam sobre as suas motivações, o crescimento do Reich a que assistiram e a cumplicidade geral com o mal, que se instala discretamente, num livro que é tanto mais perturbador quanto não permite que ninguém, em nenhuma sociedade ou tempo, se sinta imune.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896719265 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | março de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 160 x 211 x 25 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 400 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Política
>
Política em Geral
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| EAN: | 9789896719265 |
OPINIÃO DOS LEITORES
A verdade é uma coisa estranha
alexandre dale
Um livro já antigo, mas que não conhecíamos (generalizo porque é possível fazê-lo). O fenómeno nazi sempre me fascinou, e este livro ajuda a desvendar o que se passou. Não é que seja sobrenatural, ou mágico, mas a aparente hipnose colectiva diz muito, não apenas acerca dos alemães, mas de todos os seres humanos. Imperdível.
O individual derramado no colectivo
Tiago Ribeiro
"Escrúpulos morais? Eles não tinham nenhums. Eles são todos pequenas salsichas, 'Würstchen'." O objecto deste livro é o homem pequeno, como eles próprios se intitulavam, o pequeno alemão arroubado pelo Nazismo. O ângulo de estudo é quase burlesco, partindo de um autor judeu, quaker portanto pacifista, que pretende conhecer "ex-nazis" a fim de tentar perceber o que se passou - sem nunca revelar a sua religião - e fazendo, no processo, 10 amigos. Um livro que demonstra o quão permeável é a fronteira entre o bem e o mal dentro de uma sociedade dita civilizada mas pressionada em várias frentes. No fim, reconhece-se que o texto precedente parece ficcional, embora todos saibamos que não o é.
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