"Ela" / Splendid´s

de Jean Genet
Editor: Cotovia, dezembro de 2011 ‧
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"Ela"
Obra póstuma em 1 acto escrita por Genet paralelamente a Varanda, que aborda de forma mais ligeira e humorística, e não menos cruel, a temática da imagem e da distância entre ela e o eu, central em A Varanda. "ELA" é Sua Santidade o Papa, imagem vazia da autoridade religiosa. Na peça um fotógrafo vem fazer uma fotografia oficial ao Papa. Depois de uma primeira parte em que o contínuo que guarda a porta dos aposentos pontificais constrói para o fotógrafo a imagem oficial do papa, chega o papa, ser assexuado, afinal em cima de patins e vestido só da parte da frente, revelando-se em tudo diferente da imagem e chegando a dizer: "eu sou nada."

Splendid´s
Thriller policial em dois actos. Cansados, com a barba por fazer e ainda com os fatos de noite, os gangsters de Genet nunca largam as suas armas, nem mesmo quando dançam juntos. As suas conversas são alguns dos melhores diálogos de Genet, uma mistura de discurso melodramático com pastiche sexy dos filmes dos anos 40, de realismo duro com sentido de humor negro.

"Ela" / Splendid´s

de Jean Genet

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728972448
Editor: Cotovia
Data de Lançamento: dezembro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 105 x 155 x 2 mm
Páginas: 88
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livrinhos de Teatro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Artes de Palco
Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789728972448

SOBRE O AUTOR

Jean Genet

Filho ilegítimo e abandonado pelos pais, Jean Genet nasceu em Paris a 19 de dezembro de 1910.
Com apenas 10 anos foi acusado de roubo e levado para uma instituição destinada a jovens delinquentes. Apesar de inocente, Genet decidiu, devido à falsa acusação, tornar-se ladrão. Assim, passou grande parte da infância e da juventude em instituições para delinquentes, tendo vindo a desenvolver uma crença própria: endurecer-se contra a dor e repudiar um mundo que não o aceitava.
Na década de 1930, Genet viveu em vários países europeus como ladrão, até que, em 1943, depois de ter cumprido uma pena de prisão por roubo, começou a escrever. As suas peças transmitem as suas experiências na prisão, abordando temas como a prostituição, o roubo e a homossexualidade.
Enquanto dramaturgo, Genet tornou-se uma voz importante do teatro do absurdo. A sua obra inclui também vários romances e argumentos de filmes. Morreu no dia 15 de abril de 1986.

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