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El Trente Any

de Ingeborg Bachmann
idioma: espanhol, catalão
Editor: RENART, março de 2023 ‧
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Després d'un exitós debut en poesia, El trentè any és la primera incursió d'Ingeborg Bachmann al regne de la prosa, una sèrie de relats fets d'imatges subtils i de personatges obsessionats per la cerca de la veritat, l'obligació d'estimar o la necessitat de canviar de vida. Al llarg de set relats, l'autora construeix unes situacions que mostren la dificultat de comunicar-se veritablement amb l'altre o vivències passades pel sedàs de la pèrdua, tot plegat escrit amb la destresa d'una de les millors escriptores austríaques de tots els temps.

El Trente Any

de Ingeborg Bachmann

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412450361
Editor: RENART
Data de Lançamento: março de 2023
Idioma: Espanhol, Catalão
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Epístolas e Cartas
EAN: 9788412450361

SOBRE O AUTOR

Ingeborg Bachmann

É uma poesia com data(s), registo pungente de uma memória histórica recente, encruzilhada por onde passam e deixam marcas, na década de cinquenta, tradições que ecoam Safo, o Cântico Maior ou o Surrealismo, mas que traz uma assinatura própria, como a de alguns contemporâneos mais divulgados que também já ganharam voz em português - Celan ou Johannes Bobrowski. Vinda dos tempos negros de uma Áustria que aceitou o jugo de Hitler, Ingeborg Bachmann cedo encontrou os caminhos mais luminosos do Sul (vive em Itália entre 1953-57 e 1965-73) e da poesia, que preenche, com dois livros ("Die gestuntete Zeit"/ "O Tempo Aprazado" e "Anrufung des groben Bären/ Invocação da Ursa Maior"), a primeira década da sua produção literária.
Depois viria um tempo, a que os leitores portugueses já tiveram acesso, através da publicação do livro de contos "Trinta Anos" e do romance "Malina". A sua poética, exposta em 1959/60 nas "Lições de Frankfurt", revela uma busca obsessiva dos caminhos que permitem (ainda) à linguagem encontrar-se com o real, e à literatura - a de ontem, a de hoje e a de sempre - continuar a afirmar-se como campo aberto, a única utopia que permanentemente se concretiza.

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